sábado, janeiro 26, 2008

ESPERTEZA SALOIA OU... TALVEZ NÃO

PAGAR PARA E... PORQUÊ?

Ora digam lá que não sabemos economizar uns... cêntimos


SÓ O GATO NÃO ERA... ALENTEJANO


Um Alentejano queria livrar-se dum gato. Levou-o até uma esquina distante e voltou para a casa.

Quando chegou a casa, o gato já lá estava. Levou-o novamente, agora para mais longe.

No regresso encontrou o gato novamente em casa.

Fez isso mais umas três vezes mas o gato voltou sempre para casa.

Furioso, pensou: "Vou lixar este gato!" Pôs-lhe uma venda nos olhos, amarrou-o dentro de um saco e colocou-o na mala do carro.

Subiu à serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu mil voltas... e acabou por soltar o gato no meio do mato.

Passados dois dias, o alentejano liga para casa:-

-Tá, Maria, o gato já chegou?

- Sim...

- Ainda bem, deixa-me falar com ele porque eu estou perdido




BEM O PODE... DIZER


Num consultório, diz o médico ao paciente:

- O Sr. tem que meter isto no recto...

- No recto, senhor doutor???- pergunta algo confuso o doente.

- Sim, no ânus!-

No ânus, senhor doutor???- pergunta ainda mais confuso o doente.-

Ó homem, meta-o no cú. - diz o médico já sem paciência.

Diz o doente:- Olha agora ficou f*dido




NÃO HÁ DOIS SEM... QUATRO


Um homem foi ao psiquiatra.

Entrando no consultório pergunta o médico:

- Então qual é o seu problema?

- Sr. Dr. sofro de dupla personalidade!

- Hmmm. Sente-se aí e falemos os quatro!




sexta-feira, janeiro 25, 2008

A MARCAREM A... POSIÇÃO

TUDO NOS... CONFORMES

E... com os impostos incluídos

COM APETÊNCIA PARA... CHEFE

Um professor pede aos alunos que escrevam uma redacção sobre o tema:

"Se fosse director de uma empresa ".

Todos começam a escrever excepto um.

- Menino Joãozinho, porque não começa a escrever?

- Estou à espera da minha secretária.

ALUNO... INTELIGENTE

A professora estava com dificuldades com um dos alunos. - Lucas, qual é o problema? - Sou demasiado inteligente para estar no primeiro ano. A minha irmã está no terceiro ano e eu sou muito mais inteligente do que ela, quero ir para o terceiro ano também!

A professora vê que não vai conseguir resolver o problema e manda-o para o conselho directivo.
Enquanto Lucas está na sala
de espera, a professora explica a situação ao director, este decide fazer um teste ao miúdo.

A professora então chama o Lucas e explica-lhe que lhe vão fazer um teste e caso ele responda correctamente a todas as perguntas passará automaticamente para o terceiro ano.

O Director começa:
- Lucas, quantos são 3 vezes 3?
- 9.
- E quantos são 6 vezes 6?
- 36.
E o director continua com as perguntas a que um aluno do terceiro ano deve saber responder e Lucas não erra
nada. O director diz para a professora:
- Acho que vamos mesmo ter que passar o Lucas para o terceiro ano.
- Posso fazer algumas perguntas também, Sr. Director? Pergunta a professora.
O director concorda e a professora começa:
- A vaca tem quatro e eu só tenho duas o que é?
Lucas pensa um instante e responde:
- Pernas.
Ela faz-lhe outra pergunta:
- O que é que tu tens nas tuas calças que eu não tenho nas minhas?
O director arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...
- Bolsos - responde Lucas.
- O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás no homem?
Estupefacto com as questões, o director prende a respiração...
- A letra 'M' - responde o miúdo.
A professora continua o questionário:
- Onde é que a mulher tem o cabelo mais encaracolado?
- Em África.
- O que é que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?

- O Verniz.
- O que é que as mulheres têm no meio das pernas?
- Os joelhos.
- O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?
- A cama.
- Qual o monossílabo técnico que começa com a letra C e termina com a Letra U, e ora está limpo, ora não?

- O céu.
- O que é que começa com C, tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei a várias pessoas?
- O CD.
Não se contendo mais, o
director interrompe, respira aliviado e diz à professora:
- Ponha o Lucas no quarto ano.
Até agora, EU errei todas!!!






quinta-feira, janeiro 24, 2008

PODERIA SER... BEM PIOR



NOVO REFORÇO DA... "ÁGUIA"?
Pelo nome não... restam muitas dúvidas.




A Dedução de Watson

Sherlock Holmes e o doutor Watson vão acampar.
Após um bom jantar e uma garrafa de vinho, entram nos sacos de dormir e caem no sono. Algumas horas depois, Holmes acorda e sacode o amigo.
“Watson, olhe para o céu estrelado. O que você deduz disso?”
Depois de ponderar um pouco, Watson diz: “
Bem, astronomicamente, estimo que existam milhões de galáxias e potencialmente bilhões de planetas. Astrologicamente, posso dizer que Saturno está em Câncer. Também dá para supor, pela posição das estrelas, que são cerca de 3h15 da madrugada. O que você me diz, Holmes?”.
Sherlock responde:
“Elementar, Watson, seu idiota! Alguém roubou nossa barraca!”


Marido honesto...
Uma velha foi presa por roubar no supermercado.
Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe:
- O que é que a senhora roubou?
Ela respondeu:
1 lata pequena de pêssegos.
O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu:
- Porque estava com fome.
O juiz então perguntou à velha senhora quantos pêssegos tinha a lata:
- Tinha 6 pêssegos.
O juiz então disse:
- Vou-a mandar prender por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.
Mas... antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido da velha senhora perguntou se poderia ter uma palavra com o juiz sobre o acontecido...
O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer.
Então o marido da velha disse:
- Ela também roubou uma lata de ervilhas...



quarta-feira, janeiro 23, 2008

SACOGRAFIA JAMÉ


e...delicie-se com o top musical do "Socrates Alcochet Band" com letra de Mário Lino







MULHERES SOFREM




E... QUEREM IGUALDADE




Muitas mulheres têm medo da mamografia mas não se devem preocupar...

Fazendo os seguintes exercícios uns dois minutos por dia, na semana anterior ao exame estarão completamente preparadas para ele. São fáceis e podem ser feitos em casa!

Primeiro Exercício:

Abram o frigorifíco e coloquem um peito entre o batente da porta e aparte fixa, feche-a sobre ele e aperte com força. Apoiando seu corpo sobre a porta, conseguirão fazer mais pressão. Aguentem nesta posição.

Segundo Exercício:

Dirijam-se à sua garagem as três horas da madrugada, que é quando a temperatura do chão de cimento está perfeita. Fiquem sem blusa e deitem comodamente no chão com um peito deixado cair por baixo da roda traseira de um carro. Peça a uma amiga ou a um familiar que empurre lentamente o carro para trás até que seu peito esteja completamente achatado debaixo da roda. Repitam este exercício todos os dias.

Terceiro Exercício:

Pegue duas prateleiras de metal e deixe no congelador durante a noite toda. Fique nua até a cintura. Convide um homem corpulento e desconhecido para entrar no seu quarto e peça que aperte seus peitos com toda sua força entre as 2 prateleiras. Depois, marque com ele uma data para voltar e fazer o mesmo dentro de 1 ano.

Agora estão PREPARADAS!!!

QUANDO FOREM MOSTRAR O RESULTADO DA MAMOGRAFIA AO VOSSO GINECOLOGISTA, PEÇAM A ELE QUE, POR JUSTIÇA, FAÇA UMA SACOGRAFIA!!!!

terça-feira, janeiro 22, 2008

A DIFICIL ARTE DO SER E... ESTAR

PELA METADE DO PREÇO
E... SEM DESCONTO

Tira-te lá ganho que me dás ... perca
AS CINCO DIFICULDADES
PARA ESCREVER A VERDADE

Por: Bertolt Brecht
(*)

Hoje, o escritor que deseje combater a mentira e a ignorância tem de lutar, pelo menos, contra cinco dificuldades. É-lhe necessária a coragem de dizer a verdade, numa altura em que por toda a parte se empenham em sufocá-la; a inteligência de a reconhecer, quando por toda a parte a ocultam; a arte de a tornar manejável como uma arma; o discernimento suficiente para escolher aqueles em cujas mãos ela se tornará eficaz; finalmente, precisa de ter habilidade para difundir entre eles. Estas dificuldades são grandes para os que escrevem sob o jugo do fascismo; aqueles que fugiram ou foram expulsos também sentem o peso delas; e até os que escrevem num regime de liberdades burguesas não estão livres da sua acção.
1- A CORAGEM DE DIZER A VERDADE
É evidente que o escritor deve dizer a verdade, não a calar nem a abafar, e nada escrever contra ela. É sua obrigação evitar rebaixar-se diante dos poderosos, não enganar os fracos, naturalmente, assim como resistir à tentação do lucro que advém de enganar os fracos. Desagradar aos que tudo possuem equivale a renunciar seja o que for. Renunciar ao salário do seu trabalho equivale por vezes a não poder trabalhar, e recusar ser célebre entre os poderosos é muitas vezes recusar qualquer espécie de celebridade. Para isso precisa-se de coragem. As épocas de extrema opressão costumam ser também aquelas em que os grandes e nobres temas estão na ordem do dia. Em tais épocas, quando o espírito de sacrifício é exaltado ruidosamente, precisa o escritor de muita coragem para tratar de temas tão mesquinhos e tão baixos como a alimentação dos trabalhadores e o seu alojamento. Quando os camponeses são cobertos de honrarias e apontados como exemplo, é corajoso o escritor que fala da maquinaria agrícola e dos pastos baratos que aliviariam o tão exaltado trabalho dos campos. Quando todos os altifalantes espalham aos quatro ventos que o ignorante vale mais do que o instruído, é preciso coragem para perguntar: vale mais porquê? Quando se fala de raças nobres e de raças inferiores, é corajoso o que pergunta se a fome, a ignorância e a guerra não produzem odiosas deformidades. É igualmente necessária coragem para se dizer a verdade a nosso próprio respeito, sobre os vencidos que somos. Muitos perseguidos perdem a faculdade de reconhecer as suas culpas. A perseguição parece-lhes uma monstruosa injustiça. Os perseguidores são maus, dado que perseguem, e eles, os perseguidos, são perseguidos por causa da sua virtude. Mas essa virtude foi esmagada, vencida, reduzida à impotência. Bem fraca virtude ela era! Má, inconsistente e pouco segura virtude, pois não é admissível aceitar a fraqueza da virtude como se aceita a humidade da chuva. É necessária coragem para dizer que os bons não foram vencidos por causa da sua virtude, mas antes por causa da sua fraqueza. A verdade deve ser mostrada na sua luta com a mentira e nunca apresentada como algo de sublime, de ambíguo e de geral; este estilo de falar dela convém justamente à mentira. Quando se afirma que alguém disse a verdade é porque houve outros, vários, muitos ou um só, que disseram outra coisa, mentiras ou generalidades, mas aquele disse a verdade, falou em algo de prático, concreto, impossível de negar, disse a única coisa que era preciso dizer. Não se carece de muita coragem para deplorar em termos gerais a corrupção do mundo e para falar num tom ameaçador, nos sítios onde a coisa ainda é permitida, da desforra do Espírito. Muitos simulam a bravura como se os canhões estivessem apontados sobre eles; a verdade é que apenas servem de mira a binóculos de teatro. Os seus gritos atiram algumas vagas e generalizadas reivindicações, à face dum mundo onde as pessoas inofensivas são estimadas. Reclamam em termos gerais uma justiça para a qual nada contribuem, apelam pela liberdade de receber a sua parte dum espólio que sempre têm partilhado com eles. Para esses, a verdade tem de soar bem. Se nela só há aridez, números e factos, se para a encontrar forem precisos estudos e muito esforço, então essa verdade não é para eles, não possui a seus olhos nada de exaltante. Da verdade, só lhes interessa o comportamento exterior que permite clamar por ela. A sua grande desgraça é não possuírem a mínima noção dela.
2- A INTELIGÊNCIA DE RECONHECER A VERDADE
Como é difícil dizer a verdade, já que por toda a parte a sufocam, dizê-la ou não parece à maioria uma simples questão de honestidade. Muitas pessoas pensam que quem diz a verdade só precisa de coragem. Esquecem a segunda dificuldade, a que consiste em descobri-la. Não se pode dizer que seja fácil encontrar a verdade. Em primeiro lugar, já não é fácil descobrir qual verdade merece ser dita. Hoje, por exemplo, as grandes nações civilizadas vão soçobrando uma após outra na pior das barbáries diante dos olhos pasmados do universo. Acresce ainda o facto de todos sabermos que a guerra interna, dispondo dos meios mais horríveis, pode transformar-se dum momento para o outro numa guerra exterior que só deixará um montão de escombros no sitio onde outrora havia o nosso continente. Esta é uma verdade que não admite dúvidas, mas é claro que existem outras verdades. Por exemplo: não é falso que as cadeiras sirvam para a gente se sentar e que a chuva caia de cima para baixo. Muitos poetas escrevem verdades deste género. Assemelham-se a pintores que esboçassem naturezas mortas a bordo dum navio em risco de naufragar. A primeira dificuldade de que falamos não existe para eles, e contudo têm a consciência tranquila. "Esgalham" o quadro num desprezo soberano pelos poderosos, mas também sem se deixarem impressionar pelos gritos das vítimas. O absurdo do seu comportamento engendra neles um "profundo" pessimismo que se vende bem; os outros é que têm motivos para se sentirem pessimistas ao verem o modo como esses mestres se vendem. Já nem sequer é fácil reconhecer que as suas verdades dizem respeito ao destino das cadeiras e ao sentido da chuva: essas verdades soam normalmente de outra maneira, como se estivessem relacionadas com coisas essenciais, pois o trabalho do artista consiste justamente em dar um ar de importância aos temas de que trata. Só olhando os quadros de muito perto é que podemos discernir a simplicidade do que dizem: "Uma cadeira é uma cadeira" e "Ninguém pode impedir a chuva de cair de cima para baixo". As pessoas não encontram ali a verdade que merece a pena ser dita. Alguns consagram-se verdadeiramente às tarefas mais urgentes, sem medo aos poderosos ou á pobreza, e no entanto não conseguem encontrar a verdade. Faltam-lhe conhecimentos. As velhas superstições não os largam, assim como os preconceitos ilustres que o passado frequentemente revestiu de uma forma bela. Acham o mundo complicado em demasia, não conhecem os dados nem distinguem as relações. A honestidade não basta; são precisos conhecimentos que se podem adquirir e métodos que se podem aprender. Todos os que escrevem sobre as complicações desta época e sobre as transformações que nela ocorrem necessitam de conhecer a dialéctica materialista, a economia e a história. Estes conhecimentos podem adquirir-se nos livros e através da aprendizagem prática, por mínima que seja a vontade necessária. Muitas verdades podem ser encontradas com a ajuda de meios bastante mais simples, através de fragmentos de verdades ou dos dados que conduzem à sua descoberta. Quando se quer procurar, é conveniente ter-se um método, mas também se pode encontrar sem método e até sem procura. Contudo, através dos diversos modos como o acaso se exprime, não se pode esperar a representação da verdade que permite aos homens saber como devem agir. As pessoas que só se empenham em anotar os factos insignificantes são incapazes de tornar manejáveis as coisas deste mundo. O objectivo da verdade é uno e indivisível. As pessoas que apenas são capazes de dizer generalidades sobre a verdade não estão à altura dessa obrigação. Se alguém está pronto a dizer a verdade e é capaz de a reconhecer, ainda tem de vencer três dificuldades.
3-A ARTE DE TORNAR A VERDADE MANEJÁVEL COMO UMA ARMA
O que torna imperiosa a necessidade de dizer a verdade são as consequências que isso implica no que diz respeito à conduta prática. Como exemplo de verdade inconsequente ou de que se poderão tirar consequências falsas, tomemos o conceito largamente difundido, segundo o qual em certos países reina um estado de coisas nefasto, resultante da barbárie. Para esta concepção, o fascismo é uma vaga de barbárie que alagou certos países com a violência de um fenómeno natural. Os que assim pensam, entendem o fascismo como um novo movimento, uma terceira força justaposta ao capitalismo e ao socialismo (e que os domina). Para quem partilha esta opinião, não só o movimento socialista, mas também o capitalismo teriam podido, se não fosse o fascismo, continuar a existir, etc. Naturalmente que se trata de uma afirmação fascista, de uma capitulação perante o fascismo. O fascismo é uma fase histórica na qual o capitalismo entrou; por consequência, algo de novo e ao mesmo tempo de velho. Nos países fascistas, a existência do capitalismo assume a forma do fascismo, e não é possível combater o fascismo senão enquanto capitalismo, senão enquanto forma mais nua, mais cínica, mais opressora e mais mentirosa do capitalismo. Como se poderá dizer a verdade sobre o fascismo que se recusa, se quem diz essa verdade se abstêm de falar contra o capitalismo que engendra o fascismo? Qual será o alcance prático dessa verdade? Aqueles que estão contra o fascismo sem estar contra o capitalismo, que choramingam sobre a barbárie causada pela barbárie, assemelham-se a pessoas que querem receber a sua fatia de assado de vitela, mas não querem que se mate a vitela. Querem comer vitela, mas não querem ver sangue. Para ficarem contentes, basta que o magarefe lave as mãos antes de servir a carne. Não são contra as relações de propriedade que produzem a barbárie, mas são contra a barbárie. As recriminações contra as medidas bárbaras podem ter uma eficácia episódica, enquanto os auditores acreditarem que semelhantes medidas não são possíveis na sociedade onde vivem. Certos países gozam do raro privilégio de manter relações de propriedade capitalistas por processos aparentemente menos violentos. A democracia ainda lhes presta os serviços que noutras partes do mundo só podem ser prestados mediante o recurso à violência, quer dizer, aí a democracia chega para garantir a propriedade privada dos meios de produção. O monopólio das fábricas, das minas, dos latifúndios gera em toda a parte condições bárbaras; digamos que em alguns sítios a democracia torna essas condições menos visíveis. A barbárie torna-se visível logo que o monopólio já só pode encontrar protecção na violência nua. Certas nações que conseguem preservar os monopólios bárbaros sem renunciar às garantias formais do direito, nem a comodidades como a arte, a filosofia, a literatura, acolhem carinhosamente os hóspedes cujos discursos procuram desculpar o seu país natal de ter renunciado a semelhantes confortos: tudo isso lhes será útil nas guerras vindouras. É licito dizer-se que reconheceram a verdade, aqueles que reclamam a torto e a direito uma luta sem quartel contra a Alemanha, apresentada como verdadeira pátria do mal da nossa época, sucursal do inferno, caverna do Anticristo? Desses, não será exagerado pensar que não passam de impotentes e nefastos imbecis, já que a conclusão do seu blá-blá-blá aponta para a destruição desse pais inteiro e de todos os seus habitantes (o gás asfixiante, quando mata, não escolhe os culpados). O homem frívolo, que não conhece a verdade, exprime-se através de generalidades, em termos nobres e imprecisos. Encanta-o perorar sobre "os" alemães ou lançar-se em grandes tiradas sobre "o" Mal, mas a verdade é que nós, aqueles a quem o homem frívolo fala, ficamos embaraçados, sem saber que fazer de semelhantes ditames. Afinal de contas, o nosso homem decidiu deixar de ser alemão? E lá por ele ser bom, o inferno vai desaparecer? São desta espécie as grandes frases sobre a barbárie. Para os seus autores, a barbárie vem da barbárie e desaparece graças à educação moral que vem da educação. Que miséria a destas generalidades, que não visam qualquer aplicação pratica e, no fundo, não se dirigem a ninguém. Não nos admiremos que se digam de esquerda, "mas" democratas, os que só conseguem elevar-se a tão fracas e improfícuas verdades. A "esquerda democrática" é outra destas generalidades-álibís onde correm a acoitar-se as pessoas inconsequentes, isto é, os incapazes de viver até as últimas consequências as verdades que quer a esquerda, quer a democracia contêm. Reclamar-se alguém da "esquerda democrática" significa, em termos práticos, que pertence ao grupo dos ineptos para revolucionar ou conservar as coisas, ao clã dos generalistas da verdade. Não é a mim, fugido da Alemanha com a roupa que tinha no corpo, que me vão apresentar o fascismo como uma espécie de força motriz natural impossível de dominar. A escuridade dessas descrições esconde as verdadeiras forças que produzem as catástrofes. Um pouco de luz, e logo se vê que são homens a causa das catástrofes. Pois é, amigos: vivemos num tempo em que o homem é o destino do homem. O fascismo não é uma calamidade natural, que se possa compreender a partir da "natureza" humana. Mas mesmo confrontados com catástrofes naturais, há um modo de descrevê-las digno do homem, um modo que apela para as suas qualidades combativas. O cronista de grandes catástrofes como o fascismo e a guerra (que não são catástrofes naturais) deve elaborar uma verdade praticável, mostrar as calamidades que os que possuem os meios de produção infligem às massas imensas dos que trabalham e não os possuem. Se se pretende dizer eficazmente a verdade sobre um mau estado de coisas, é preciso dizê-la de maneira que permita reconhecer as suas causas evitáveis. Uma vez reconhecidas as causas evitáveis, o mau estado de coisas pode ser combatido.
4- DISCERNIMENTO SUFICIENTE PARA ESCOLHER OS QUE TORNARÃO A VERDADE EFICAZ
Tirando ao escritor a preocupação pelo destino dos seus textos, as usanças seculares do comércio da coisa escrita no mercado das opiniões deram-lhe a impressão de que a sua missão terminava logo que o intermediário, cliente ou editor, se encarregava de transmitir aos outros a obra acabada. O escritor pensava: falo e ouve-me quem me quiser ouvir. Na verdade, ele falava e quem podia pagar ouvia-o. Nem todos ouviam as suas palavras, e os que as ouviam não estavam dispostos a ouvir tudo o que se lhes dizia. Tem-se falado muito desta questão, mas mesmo assim ainda não chega o que se tem dito: limitar-me-ei aqui a acentuar que "escrever a alguém" tornou-se pura e simplesmente "escrever". Ora não se pode escrever a verdade e basta: é absolutamente necessário escrevê-la a "alguém" que possa tirar partido dela. O conhecimento da verdade é um processo comum aos que lêem e aos que escrevem. Para dizer boas coisas, é preciso ouvir bem e ouvir boas coisas. A verdade deve ser pesada por quem a diz e por quem a ouve. E para nós que escrevemos, é essencial saber a quem a dizemos e quem no-la diz. Devemos dizer a verdade sobre um mau estado de coisas àqueles que o consideram o pior estado de coisas, e é desses que devemos aprender a verdade. Devemos não só dirigir-nos às pessoas que têm uma certa opinião, mas também aos que ainda a não têm e deviam tê-la, ditada pela sua própria situação. Os nossos auditores transformam-se continuamente! Até se pode falar com os próprios carrascos quando o prémio dos enforcamentos deixa de ser pago pontualmente ou o perigo de estar com os assassinos se torna muito grande. Os camponeses da Baviera não costumam querer nada com revoluções, mas quando as guerras duram demais e os seus filhos, no regresso, não arranjam trabalho nas quintas, tem sido possível ganhá-los para a revolução. Para quem escreve, é importante saber encontrar o tom da verdade. Um acento suave, lamentoso, de quem é incapaz de fazer mal a uma mosca, não serve. Quem, estando na miséria, ouve tais lamúrias, sente-se ainda mais miserável. Em nada o anima a cantilena dos que, não sendo seus inimigos, não são certamente seus companheiros de luta. A verdade é guerreira, não combate só a mentira, mas certos homens bem determinados que a propagam.
5- HABILIDADE PARA DIFUNDIR A VERDADE
Muitos, orgulhosos de ter a coragem de dizer a verdade, contentes por a terem encontrado, porventura fatigados com o esforço necessário para lhe dar uma forma manejável, aguardam impacientemente que aqueles cujos interesses defendem a tomem em suas mãos e consideram desnecessário o uso de manhas e estratagemas para a difundir. Frequentemente, é assim que perdem todo o fruto do seu trabalho. Em todos os tempos, foi necessário recorrer a "truques" para espalhar a verdade, quando os poderosos se empenhavam em abafá-la e ocultá-la. Confúcio falsificou um velho calendário histórico nacional, apenas lhe alterando algumas palavras. Quando o texto dizia: "o senhor de Kun condenou à morte o filósofo Wan por ter dito frito e cozido", Confúcio substituía "condenou à morte" por "assassinou". Quando o texto dizia que o Imperador Fulano tinha sucumbido a um atentado, escrevia "foi executado". Com este processo, Confúcio abriu caminho a uma nova concepção da história. Na nossa época, aquele que em vez de "povo", diz "população", e em lugar de terra", fala de "latifúndio", evita já muitas mentiras, limpando as palavras da sua magia de pacotilha. A palavra "povo" exprime uma certa unidade e sugere interesses comuns; a "população" de um território tem interesses diferentes e opostos. Da mesma forma, aquele que fala em "terra" e evoca a visão pastoral e o perfume dos campos favorece as mentiras dos poderosos, porque não fala do preço do trabalho e das sementes, nem no lucro que vai parar aos bolsos dos ricaços das cidades e não aos dos camponeses que se matam a tornar fértil o "paraíso". "Latifúndio" é a expressão justa: torna a aldrabice menos fácil. Nos sítios onde reina a opressão, deve-se escolher, em vez de "disciplina", a palavra "obediência", já que mesmo sem amos e chefes a disciplina é possível, e caracteriza-se portanto por algo de mais nobre que a obediência. Do mesmo modo, "dignidade humana" vale mais do que "honra": com a primeira expressão o indivíduo não desaparece tão facilmente do campo visual; por outro lado, conhece-se de ginjeira o género de canalha que costuma apresentar-se para defender a honra de um povo, e com que prodigalidade os gordos desonrados distribuem "honrarias" pelos famélicos que os engordam. Ao substituir avaliações inexactas de acontecimentos nacionais por notações exactas, o método de Confúcio ainda hoje é aplicável. Lénine, por exemplo, ameaçado pela polícia do czar, quis descrever a exploração e a opressão da ilha Sakalina pela burguesia russa. Substituiu "Rússia" por "Japão" e "Sakalina" por "Coreia". Os métodos da burguesia japonesa faziam lembrar a todos os leitores os métodos da burguesia russa em Sakalina, mas a brochura não foi proibida, porque o Japão era inimigo da Rússia. Muitas coisas que não podem ser ditas na Alemanha a propósito da Alemanha, podem sê-lo a propósito da Áustria. Há muitas maneiras de enganar um Estado vigilante. Voltaire combateu a fé da Igreja nos milagres, escrevendo um poema libertino sobre a Donzela de Orleans, no qual são descritos os milagres que sem dúvida foram necessários para Joana d'Arc permanecer virgem no exército, na Corte e no meio dos frades. Pela elegância do seu estilo e a descrição de aventuras galantes inspiradas na vida relaxada das classes dirigentes, levou estas a sacrificar uma religião que lhes fornecia os meios de levar essa vida dissoluta. Mais e melhor deu assim às suas obras a possibilidade de atingir por vias ilegais aqueles a quem eram destinadas. Os poderosos que Voltaire contava entre os seus leitores favoreciam ou toleravam a difusão dos livros proibidos, e desse modo sacrificavam a polícia que protegia os seus prazeres. E o grande Lucrécio sublinha expressamente que, para propagar o ateísmo epicurista confiava muito na beleza dos seus versos. Não há dúvida de que um alto nível literário pode servir de salvo-conduto à expressão de uma ideia. Contudo, muitas vezes desperta suspeitas. Então, pode ser indicado baixá-lo intencionalmente. É o que acontece, por exemplo, quando sob a forma desprezada do romance policial, se introduz à socapa, em lugares discretos, a descrição dos males da sociedade. O grande Shakespeare baixou o seu nível por considerações bem mais fracas, quando tratou com uma voluntária ausência de vigor o discurso com que a mãe de Coriolano tentou travar o filho, que marchava sobre Roma: Shakespeare pretendia que Coriolano desistisse do seu projecto, não por causa de razões sólidas ou de uma emoção profunda, mas por uma certa fraqueza de carácter que o entregava aos seus velhos hábitos. Encontramos igualmente em Shakespeare um modelo de manhas na difusão da verdade: o discurso de Marco António perante o corpo de César, quando repete com insistência que Brutus, assassino de César, é um homem honrado, descrevendo ao mesmo tempo o seu acto, e a descrição do acto provoca mais impressão que a do autor. Jonathan Swift propôs numa das suas obras o seguinte meio de garantir o bem-estar da Irlanda: meter em salmoura os filhos dos pobres e vendê-los como carniça no talho. Através de minuciosos cálculos, provava que se podem fazer grandes economias quando não se recua diante de nada. Swift armava voluntariamente em imbecil, defendendo uma maneira de pensar abominável e cuja ignomínia saltava aos olhos de todos. O leitor podia-se mostrar mais inteligente, ou pelo menos mais humano que Swift, sobretudo aquele que ainda não tinha pensado nas consequências decorrentes de certas concepções. São consideradas baixas as actividades úteis aos que são mantidos no fundo da escala: a preocupação constante pela satisfação de necessidades; o desdém pelas honrarias com que procuram engodar os que defendem o país onde morrem de fome; a falta de confiança no chefe quando o chefe nos leva a todos à catástrofe; a falta de gosto pelo trabalho quando ele não alimenta o trabalhador; o protesto contra a obrigação de ter um comportamento de idiotas; a indiferença para com a família, quando de nada serve a gente interessar-se por ela. Os esfomeados são acusados de gulodice; os que não têm nada a defender, de cobardia; os que duvidam dos seus opressores, de duvidar da sua própria força; os que querem receber a justa paga pelo seu trabalho, de preguiça, etc. Numa época como a nossa, os governos que conduzem as massas humanas à miséria, têm de evitar que nessa miséria se pense no governo, e por isso estão sempre a falar em fatalidade. Quem procura as causas do mal, vai parar à prisão antes que a sua busca atinja o governo. Mas é sempre possível opormo-nos à conversa fiada sobre a fatalidade: pode-se mostrar, em todas as circunstâncias, que a fatalidade do homem é obra de outros homens. Até na descrição de uma paisagem se pode chegar a um resultado conforme à verdade, quando se incorporam à natureza as coisas criadas pelo homem.
RECAPITULAÇÃO
A grande verdade da nossa época (só seu conhecimento em nada nos faz avançar, mas sem ela não se pode alcançar nenhuma outra verdade importante) é que o nosso continente se afunda na barbárie porque nele se mantêm pela violência determinadas relações de propriedade dos meios de produção. De que serve escrever frases corajosas mostrando que é bárbaro o estado de coisas em que nos afundamos (o que é verdade), se a razão de termos caído nesse estado não se descortina com clareza? É nossa obrigação dizer que, se se tortura, é para manter as relações de propriedade. Claro que ao dizermos isso perdemos muitos amigos; aqueles que são contra a tortura porque julgam ser possível manter sem ela as relações de propriedade (o que é falso). Devemos dizer a verdade sobre as condições bárbaras que reinam no nosso país a fim de tornar possível a acção que as fará desaparecer, isto é, que transformará as relações de propriedade. Devemos dizê-la aos que mais sofrem com as relações de propriedade e estão mais interessados na sua transformação, ou seja: aos operários e aos que podemos levar a aliarem-se com eles, por não serem proprietários dos meios de produção, embora associados aos lucros e benefícios da exploração de quem produz. E, é claro, devemos proceder com astúcia. Devemos resolver em conjunto, e ao mesmo tempo, estas cinco dificuldades, já que não podemos procurar a verdade sobre condições bárbaras sem pensar nos que sofrem essas condições e estão dispostos a utilizar esse conhecimento. Além disso, temos de pensar em apresentar-lhes a verdade sob uma forma susceptível de se transformar numa arma nas suas mãos, e simultaneamente com a astúcia suficiente para que a operação não seja descoberta e impedida pelo inimigo. São estas as virtudes exigidas ao escritor empenhado em dizer a verdade.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

NÃO É PARA OS NOSSOS... BEIÇOS

MAIS BARATO QUE UMA BICILCETA
Apresentado há dias, na India custaria menos que 1500 Euros
se fosse vendidio em Portugal

PARA CADA MALEITA SEU "COPOMIDO"

Para curar uma paixão, beba vodka com limão;
Para males do coração, beba pelo garrafão especialmente do Dão;
Para curar uma amargura, beba vinho sem mistura;
Contra a dor de cotovelo, beba cachaça sem gelo;
Prós males de inveja, também serve uma cerveja; mas se a coisa for mais grave, deve beber uma grade;
Para tirar qualquer dor, deve alivir com licor;
Se a dor for manhosinha, pode beber a ginginha e se a coisa der pró torto, arrume-lhe com um porto;
Se você pertence aos pintos, malhe-lhe já uns bons tintos;
Mas se você é cardoso, pode ir mesmo um espumoso.
E se a vida é a sofrer, não páre pois de beber!
Beba sempre sem razão, seja Inverno ou Verão!

Mandem esta mensagem, por favor, a todos os bêbados que conhecêrem. Eu já fiz a minha parte...

domingo, janeiro 20, 2008

É PRÁ... DESGRAÇA

NOVA SINALÉTICA

PARA CICLOVIAS



Atenção aos... obstáculos



Congresso internacional
debate avanços da medicina

Num congresso internacional de medicina:
O médico judeu afirma:
"A medicina em Israel é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro e em seis semanas o paciente está procurando emprego."
O médico alemão diz: "
Na Alemanha transplantamos um coração e em quatro semanas o paciente está procurando emprego"
O russo diz:
"Fazemos um transplante de testículos e em uma semana o paciente pode procurar emprego"
O médico português diz orgulhoso:
" Isso não é nada!!!. Em Portugal nós pegamos num gajo sem cérebro, sem coração e sem tomates, colocamo-lo como primeiro-ministro do Governo e, agora o país inteiro está procurando emprego".

´

Quem me pode "isplicar"?

Expliquem-me uma coisa que eu não entendo… até porque não sou perito em economia. Se em 2002 um barril de petróleo custava 70 dólares o que equivalia, grosso modo, a 77 Euros e hoje ele custa 100 dólares o que equivale sensivelmente a 70 Euros, como é que se pode dizer que o petróleo subiu de preço?
Ou será que o problema está no facto de nós, Europeus, continuarmos a aceitar o dólar como moeda de referência para as transacções internacionais? Mas, como disse, não sou perito em economia, por isso se alguém me conseguir explicar isto eu agradecia.

sábado, janeiro 19, 2008

É SÓ... "MERDANICES"

ENFIM... CHEGARAM
OS NOVOS ECUPONTOS
Pelo menos, são mais... atractivos


A "ASAE" PRENDEU
O CARDEAL PATRIARCA

É a notícia do dia, a ASAE decidiu fiscalizar uma missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração.
Depois de sugerir ao Cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por prender o Cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que Cardeal dê o anel beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Sabe-se que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarrito já que, não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco, as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois, tanto quanto se sabe, o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.
A ASAE pondera, também, a hipótese de a comunhão ter que ser dada com luvas higiénicas para evitar possíveis pandemias.

sexta-feira, janeiro 18, 2008

ELES ESCREVEM... ESCREVEM... ESCREVEM... ESCREVEM...



AUTOCARRO PARA FUMADORES

A cervejinnha já vem incluída no bilhete






Crónica a uma mão...

1 - Imaginem que eu recebia um convite para ir escrever no Público.

Batia à porta do director do DN e dizia-lhe:

"Pagam-me melhor e eu vou-me embora. Mas queria continuar ligado ao DN. Se a coisa correr mal eu volto."

João Marcelino passava-me a mão pelo ombro, dava-me uma pancadinha nas costas e retorquia:

"Ó João Miguel, estás à vontade, pá. Vai lá para o Público. Cá estaremos se te aborreceres."

Seria possível esta conversa acontecer no mundo real? Eeerh não. Mas o pessoal dos bancos não vive no mundo real. E por isso Armando Vara pediu à Caixa Geral de Depósitos, com todo a lata do mundo, que o deixe ir para o BCP mantendo o vínculo à casa.

Convenhamos: isto é ridículo.

É certo que Armando Vara se transformou no homem que o País adora odiar. É amiguinho de Sócrates, fez carreira a partir do aparelho do PS, chegou longe com poucos estudos, esteve acusado de trafulhices várias, recebeu um megatacho na administração da Caixa. Mas ele também não faz muito por melhorar a sua popularidade. Vara é a prova de que mesmo dentro de um administrador milionário bate um coração de sindicalista, desejoso acima de tudo de manter um emprego para a vida.

Os capitalistas desta terra parecem aqueles jovens adultos que querem muito parecer emancipados e ter o seu próprio apartamento, mas que depois vão aos domingos a casa da mamã deixar a roupa suja e buscar tupperwares com comida.

Armando Vara não se contenta só com os tachos - ele quer um armário para os guardar.




...e a duas mãos


2 - Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares.

O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina.

Eles fingem que um café inundado de fumo é coisa que não incomoda ninguém. Eles chamam fascismo a uma decisão que chateia dois milhões de portugueses e protege oito milhões. E Sousa Tavares conseguiu mesmo a proeza de afirmar no Expresso, sem corar de vergonha, que a lei faz "lembrar, irresistivelmente, os primeiros decretos antijudeus da Alemanha nazi".

Ora, isto não é texto de um colunista prestigiado - isto é conversa de um junkie a quem o dealer cortou na dose.

Faço, pois, votos que os fumadores descompensados acabem de ressacar rapidamente, para o bom senso regressar e nós podermos voltar a lê-los com gosto.

IN João Miguel Tavares

jornalista



quinta-feira, janeiro 17, 2008

QUEM VÊ CAMISOLAS
NÃO VÊ... CORAÇÕES

Vale tudo pela... paz


RIR (AINDA) NÃO PAGA IMPOSTO

AMENDOAS DO... ARCO DA VELHA
Um rapaz vai com 1 amigo ver 1 jogo de futebol.
Como a casa da avó ficava a caminho ele resolve passar por lá para cumprimentá-la.
Aproveitando a presença do neto, a velhinha pede-lhe para que este lhe conserte 1 cano na pia da cozinha.
Enquanto isso ela leva o amigo do neto para a sala e oferece-lhe 1 bebida.
Junto com o copo está um pratinho de amendoas que o rapaz come sem parar, uma por uma. Tarde demais ele percebe que comeu tudo o que havia no prato.
Quando já se preparavam para se irem embora, ele agradece calorosamente à avó do amigo:
- Obrigado pelas amendoas... Espero não ter abusado, não lhe deixei nenhuma, desculpe!
A vovó, amável, responde:
- Não tem problema, meu filho. De qualquer modo não posso comê-las. Desde que perdi os dentes que só lambo o chocolate que está à volta.
BRILHANTEMENTE VALIOSA
Numa estação de rádio no Canadá, dão um prémio de 1000 a 5000 dólares à pessoa que contar um facto verídico e que tenha ocasionado um verdadeiro embaraço, daqueles que nos fazem querer sumir e enfiar-nos pelo chão abaixo.
Esta história recebeu o prémio máximo ou seja, 5.000 dólares.
"Eu tinha consulta no Ginecologista marcada para essa semana, mas tinham ficado de me avisar o dia e a hora.
De manhã bem cedo, recebo um telefonema da funcionária do consultório informando que a minha consulta tinha passado para esse mesmo dia pela manhã, às 09h30.
Tinha acabado de tratar do pequeno almoço do meu marido e da crianças e ia no momento começar a despachar-me; eram precisamente 08h45 !
Fiquei em pânico !
Não tinha um minuto a perder.
Tenho a certeza que sou igual a todas as mulheres e que temos todas muito cuidado e uma particular atenção com a nossa "Higiene pessoal", principalmente quando vamos ao ginecologista mas, desta vez, eu nem sequer tive tempo de tomar um duche.
Subi as escadas correndo, tirei o pijama, agarrei uma toalhinha lavada e dobrada que estava em cima da borda da banheira, desdobrei-a e molhei-a passando-a depois, com todo o cuidado, para ter a certeza que ficara o mais limpa possível.
Joguei a toalhinha no saco da roupa suja, vesti-me e "voei" para o consultório.
Estava na sala de espera quando me chamaram para fazer o exame.
Como já sei o procedimento, deitei-me sem ajuda e tentei, como sempre faço, imaginar-me muito longe dali, num lugar assim como o Caribe,ou em qualquer outro lugar lindo e pelo menos a 10.000 km daquela situação, desejando que aquilo acabasse bem rápido.
Fiquei atónita, quando o meu médico me disse:
"Uh lá lá !... Hoje de manhã fez um esforço suplementar e ficou muito mais bonita!"
Não recebi muito bem o cumprimento, e não respondi.
Fui para casa encabulada e o resto do dia desenrolou-se "normalmente". Limpei a casa, cozinhei, tive tempo de ler uma revista, etc.
Depois da escola, já acabados os seus deveres, a minha filha, de 6 anos, estava preparada para ir brincar, quando gritou do banheiro:
-Mamãe !...Onde é que está a minha toalhinha?
Gritei de volta que tirasse uma do armário.
Quando me respondeu, juro que o que me passou pela cabeça, foi desaparecer da face da terra !!!
O comentário do médico, martelava na minha cabeça sem descanso e a minha filhinha disse-me só isto:
-Não mamãe, eu não quero uma toalhinha do armário; quero mesmo aquela que estava dobrada na borda da banheira. Foi nela que eu deixei todas as minhas purpurinas e as estrelinhas prateadas e douradas!" ... fez-se silêncio
ERAM MESM... MUITAS
Uma mulher conduzia o automóvel na A4 quando recebe um telefonema do marido:
- Querida, tem cuidado! Ouvi agora nas notícias que anda uma maluca em sentido contrário na auto-estrada.
- Uma!!??????? São às centenas querido!

segunda-feira, janeiro 14, 2008

DÁ QUE... PENSAR

E... VIVA A MÚSICA
Há prazeres que não cansam...



FRAGMENTOS DA MEDICINA NA VOZ DO POVO

Carlos Barreira da Costa, médico Otorrinolaringologista da mui nobre e Invicta cidade do Porto, decidiu compilar no seu livro "A Medicina na "Voz do Povo", com o inestimável contributo de muitos colegas de profissão, trinta anos de histórias, crenças e dizeres ouvidos durante o exercício desta peculiar forma de apostolado que é a prática da medicina.
E dele não resisti a extrair verdadeiras jóias deste tão pouco conhecido léxico que decidi compartilhar convosco.
O diálogo com um paciente com patologia da boca, olhos, ouvidos, nariz e garganta é sempre um desafio para o clínico:
"A minha expectoração é limpa, assim branquinha, parece com sua licença espermatozóides".
"Quando me assoo dou um traque pelo ouvido, e enquanto não puxar pelo corpo, suar, ou o caralho, o nariz não se destapa".
"Não sei se isto que tenho no ouvido é cera ou caruncho".
"Isto deu-me de ter metido a cabeça no frigorífico. Um mês depois fui ao Hospital e disseram-me que tinha bolhas de ar no ouvido".
"Ouço mal, vejo mal, tenho a mente descaída".
"Fui ao Ftalmologista, meteu-me uns parafusinhos nos olhos a ver se as lágrimas saiam".
"Tenho a língua cheia de Áfricas"."Gostava que as papilas gustativas se manifestassem a meu favor".
"O dente arrecolhia pus e na altura em que arrecolhia às imidulasinfeccionava-as".
"A garganta traqueia-me, dá-me aqueles estalinhos e depois fica melhor".

As perturbações da fala impacientam o doente:
"Na voz sinto aquilo tudo embuzinado".
"Não tenho dores, a voz é que está muito fosforenta".
"Tenho humidade gordurosa nas cordas vocais".
"O meu pai morreu de tísica na laringe".

Os "problemas da cabeça" são muito frequentes:
"Há dias fiz um exame ao capacete no Hospital de S. João".
"Andei num Neurologista que disse que parti o penedo, o rochedo ou lá o que é...".
"Fui a um desses médicos que não consultam a gente, só falam pra nós".
"Vem-me muitos palpites ruins, assim de baixo para cima...".
"A minha cabecinha começa assim a ferver e fico com ela húmida, assim aos tombos, a trabalhar".
"Ou caiu da burra ou foi um ataque cardeal".
Os aparelhos genital e urinário são objecto de queixas sui generis:
"Venho aqui mostrar a parreca".
"A minha pardalona está a mudar de cor".
"Às vezes prega-se-me umas comichões nas barbatanas".
"Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza".
"Fazem aqui o Papa Micau (Papanicolau)?"

"Quantos filhos teve?" - pergunta o médico.
"Para a retrete foram quatro, senhor doutor, e à pia baptismal levei três".
"Apareceu-me uma ferida, não sei se de infecção se de uma foda mal dada".
"Tenho de ser operado ao stick. Já fui operado aos estículos".
"Quando estou de pau feito... a puta verga".
"O Médico mandou-me lavar a montadeira logo de manhã".

As dores da coluna e do aparelho muscular e esquelético são difíceis de suportar:
"Metade das minhas doenças é desfalsificação dos ossos e intendência para a tensão alta".
"O pouco cálcio que tenho acumula-se na fractura".
"Já tenho os ossos desclassificados".
"Alem das itroses tenho classificação ossal".
"O meu reumatismo é climático".
"É uma dor insepulcrável".
"Tenho artroses remodeladas e de densidade forte".
"Estou desconfiado que tenho uma hérnia de escala".

O português bebe e fuma muito e desculpa-se com frequência:
"Tomo um vinho que não me assobe à cabeça".
"Eu abuso um pouco da água do Luso".
"Não era ébrio nato mas abusava um pouco do álcool"
"Fujo dos antibióticos por causa do estômago. Prefiro remédios caseiros, a aguardente queimada faz-me muito bem".
"Eu sou um fumador invertebrado".
O aparelho digestivo origina sempre muitas queixas:
"Fui operado ao panquecas".
"Tive três úlceras: uma macho, uma fêmea e uma de gastrina".
"Ando com o fígado elevado. Já o tive a 40, mas agora está mais baixo".
"Eu era muito encharcado a essa coisa da azia".
"Senhor Doutor a minha mulher tem umas almorródias que com a sua licença nem dá um peido".
"Tenho pedra na basílica".
"O meu marido está internado porque sangra pela via da frente e pinga pela via de trás".
"Fizeram-me um exame que era uma televisão a trabalhar e eu a comer papa".
"Fiz uma mamografia ao intestino".
"O meu filho foi operado ao pence (apêndice) mas não lhe puseram os trenos (drenos), encheu o pipo e teve que pôr o soma (sonda)".
Os medicamentos e os seus efeitos prestam-se às maiores confusões:
"Ando a tomar o Esperma Canulado"- Espasmo Canulase
"Tenho cataratas na vista e ando a tomar o Simião" - Sermion
"Andei a tomar umas injecções de Esferovite" - Parenterovit
"Era um antibiótico perlim pim pim mas não me fez nada" - Piprilim
"Agora estou melhor, tomo o Bate Certo" - Betaserc
"Tomo o Sigerom e o Chico Bem" - Stugeron e Gincoben
"Ando a tomar o Castro Leão" - Castilium
"Tomei Sexovir" - Isovir
"Tomo uma cábulas à noite".
"Tomei uns comprimidos "jaunes", assim amarelados".
"Tomo uns comprimidos a modos de umas aboborinhas".
"Receitou-me uns comprimidos que me põem um pouco tonha".
"Estava a ficar com os abéticos no sangue".
"Diz lá no papel que o medicamento podia dar muitas complicações e alienações".
"Quando acordo mais descaída tomo comprimidos de alta potência e fico logo melhor".
"Ó Sra. Enfermeira, ele tem o cu como um véu. O líquido entra e nem actua".
"Na minha opinião sinto-me com melhores sintomas".
O que os doentes pensam do médico:
"Também desculpe, aquela médica não tinha modinhos nenhuns".
"Especialista, médico, mas entendido!".
"Não sou muito afluente de vir aos médicos".
"Quando eu estou mal, os senhores são Deus, mas se me vejo de saúde acho-vos uns estapores".
"Gosto do Senhor Doutor! Diz logo o que tem a dizer, não anda a engasular ninguém".
"Não há melhor doente que eu! Faço tudo o que me mandam, com aquela coisa de não morrer".
Em relação ao doente o humor deve sempre prevalecer sobre a sisudez e o distanciamento. Senão atentem neste "clássico":"Ó Senhor Doutor, e eu posso tomar estes comprimidos com a menstruação?
Ao que o médico retorque: "Claro que pode. Mas se os tomar com água é capaz de não ser pior ideia. Pelo menos sabe melhor."





domingo, janeiro 13, 2008

"SEMOS" IGUALITARIAMANTE... DIFERENTES

ESTES TOCARAM O VÍCIO

DO TABACO PELO DO BARALHOQuem foi que disse que o homem é UM ANIMAL COM VÍCIOS?


HÁ ALÍVIOS QUE DÃO... "TRAMPA"


Dois brancos e um negro estão num andaime, a lavar os vidros de um grande edifício.

De repente, o negro dá um gemido, vira-se para o branco do lado e diz:

- Ai, ai, ai! Preciso cagar, vou cagar aqui mesmo!

- Tás maluco, pá! Vais sujar toda a gente lá em baixo!

- Mas não aguento mais, meu! Não vai dar tempo para descer!!!

Então, bate na janela e pede à senhora que te deixe usar a casa de banho, aconselha o branco.

E é o que ele faz. Assim que a velha permite a entrada, ele voa p'rá sanita.

Está lá o negro, tranquilo e aliviado, quando ouve uma gritaria sem fim.

Quando sai, vê que o andaime se tinha partido e os dois brancos se tinham espatifado no chão.

No dia seguinte, no velório, estão lá os amigos, as viúvas inconsoláveis e o negro acompanhado da esposa, quando chega o dono da empresa onde trabalhavam.

Imediatamente todos se calam.

O empresário começa o seu discurso, dirigindo-se às viúvas:

- Sei que foi uma perda irreparável, mas vou, pelo menos, tentar aliviar tanto sofrimento. Como sei que as senhoras vivem em casas alugadas, darei uma casa a cada uma. Também sei que as senhoras dependem dos autocarros, por isso, darei um carro a cada uma. Quanto aos estudos dos vossos filhos,não se preocupem mais, pois tudo será por conta da empresa até que terminem e Faculdade. E, para finalizar, as senhoras receberão todos os meses 1000 Euros, para compras no mercado.

E a mulher do negro, já meio arroxeada, não se conteve mais e diz ao ouvido do marido:

- E tu a cagar, né???

sábado, janeiro 12, 2008

VEJAM LÁ COMO AS COISAS SÃO...

QUE NOIVO SAFADO...
Este casamento não foi - com toda a certeza - à espanhola






A DESCOBERTA DO FILIPÃO

Aqui está a verdadeira explicação para a irritação na conferência de imprensaque tornou mundialmente famosa uma frase de Luís Filipe Scolari: "O burro sou eu?".

Consta que tudo se terá passado da maneira seguinte:

Findo o jogo com a Finlândia, em pleno balneário do Estádio do Dragão, nomeio da euforia, terá decorrido o seguinte diálogo:

Ricardo: Eh, malta. E se, para comemorarmos o apuramento para o Euro2008, este, ano fizéssemos um presépio humano no Estádio Nacional?

Simão Sabrosa: Boa! Eu faço de Menino Jesus.

Nuno Gomes: E eu, de Nossa Senhora.

Miguel Veloso: Eu tenho barba, posso fazer de São José.

Quaresma: E eu, tenho que ser um dos Reis Magos.

Nani e Deco: Nós também!

Cristiano Ronaldo: Eu vou ser a estrela polar!

Gilberto Madaíl: Eu não me importo de fazer de vaca, afinal, é um animal sagrado nalguns países, como a Índia e nalgumas instituições, como a Federação Portuguesa de Futebol.

Scolari: Ué, e o burro? O burro sou eu?




ATENÇÃO!!! MUITA ATENÇÃO!!!


Se receberes um e-mail a pedir para actualizar o MSN para a versão 8.0 NÃO cliques, pois é *UM VIRUS*
E também se alguém chamado wlmailhtml:%7B624760A4-2A48-488C-8A92-482DC1F343B7%7Dmid://00000006/!x-usc:mailto:michelmacario@hotmail.comte tentar adicionar no MSN NÃO aceites.
É um vírus que apaga em 3 minutos todos os dados do Disco Rigido. Informa todos os teus amigos que têm o MSN porque, se alguém na tua lista o adiciona, podes tu também ficar com o vírus.
Reenvia este aviso para todos que tem MSN e o Hotmail.
É URGENTE, todos saberem.
Fiquem atentos nos próximos dias!
Não abram nenhuma mensagem com um arquivo chamado "invitation", independentemente de quem a enviou, não a abras e apaga imediatamente!
É um vírus que "abre" um tocha olímpica que "queima" todo o disco rígido do computador.
Este vírus virá de uma pessoa conhecida que tem teu nome em sua lista de endereços, por isso deverás enviar esta mensagem a todos os seus contatos.
É preferível receber 25 vezes esta mensagem, do que receber o vírus e abrí-lo.
É o pior vírus anunciado pela CNN e classificado pela Microsoft como o mais destrutivo que já existiu.
Foi descoberto pela McAfee e aguarda-se upgrade anti-vírus para ele.


NOTA DO EDITOR: Esta menssagem chegou, durante o dia de ontem, ao meu e-mail, proveniente de variadissímas origens. Quem quer toma-a por boa quem não quer que se lixe...























quinta-feira, janeiro 10, 2008

HAJA FÉ NA... ESPERANÇA

AGORA QUE

JÁ CHEGARAM...


... é que vamos ultrapssar os lampiões

e... aos dragões, até os comemos





NÃO SE ATORMENTE...

O texto, que se segue, foi escrito há 137 anos


"Estamos perdidos há muito tempo...


O país perdeu a inteligência e a consciência moral.

Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.

Os caracteres corrompidos.

A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido.

Não há instituição que não seja escarnecida.

Ninguém se respeita.

Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.

Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.

Alguns agiotas felizes exploram.

A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.

O povo está na miséria.

Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.

O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.

A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.

Diz-se por toda aparte, o país está perdido!"


EÇA DE QUEIROZ (1871)












































ALGUNS DE NÓS "SEMOS"... ASSIM

VEJAM... NO QUE DEU O

AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS



O novo veículo é ecológico e... muito "nice"



INCRÍVEL MAS... VERDADEIRA


No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:
Quantos rins nós temos?
Quatro! Responde o aluno.
Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em gozar sobre os erros dos alunos.
Traga um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena oprofessor ao seu auxiliar.
E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.
O aluno era, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o'Barão de Itararé'.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
O senhor perguntou-em quantos rins "nós temos"."*Nós* " temos quatro; dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite edelicie-se com o feno.


REFLEXÃO:

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!

Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o tem, acham-se no direito de subestimar os outros...

E haja feno!!

quarta-feira, janeiro 09, 2008

AS MULHERES E OS HOMENS

"BOLSA CACHORRO"







O que mais as mulheres serão capazes de transportar nas bolsas?





AS SEMELHANÇAS



da... DIVORCIDADE





Ele: - Alô?



Ela: - Pronto.



Ele: - Voz estranha... Gripada?



Ela: - Faringite.



Ele: - Deve ser o sereno. No mínimo tá saindo todas as noites pra badalar.



Ela: - E se estivesse? Algum problema?



Ele: - Não, imagina! Agora, você é uma mulher livre.



Ela: - E você? Sua voz também está diferente. Faringite?



Ele : - Constipado.



Ela: - Constipado? Você nunca usou esta palavra na vida.



Ele: - A gente aprende.



Ela: - Tá vendo? A separação serviu para alguma coisa.



Ele: - Viver sozinho é bom. A gente cresce.



Ela: - Você sempre viveu sozinho. Até quando casado só fez o que quis.



Ele : - Maldade sua, pois deixei de lado várias coisas quando a gente se casou.



Ela: - Evidente! Só faltava você continuar rebolando nas discotecas com as amigas.



Ele: - Já você não abriu mão de nada. Não deixou de ver novela, passear no shopping, comprar jóias, conversar ao telefone com as amigas durante horas....



Silêncio.



Ela: - Comprar jóias? De onde você tirou essa idéia? A única coisa que comprei em quinze anos de casamento foi um par de brincos.



Ele: - Quinze anos? Pensei que fosse bem menos.



Ela: - A memória dos homens é um caso de polícia!



Ele: - Mas conversar com as amigas no telefone...



Ela: - Solidão, meu caro, cansaço... Trabalhar fora, cuidar das crianças e ainda preparar o jantar para o HERÓI que chega à noite... Convenhamos, não chega a ser uma roda-gigante de emoções...



Ele: - Você nunca reclamou disso.



Ela: - E você me perguntou alguma vez?



Ele: - Lá vem você de novo... As poucas coisas que eu achava que estavam certas... Isso também era errado!?



Ela: - Evidente, a gente não conversava nunca...



Ele: - Faltou diálogo, é isso? Na hora, ninguém fala nada. Aparece um passe e as mulheres não reclamam. Depois, dizem que faltou diálogo. As mulheres são de Marte.



Ela: - E vocês são de Saturno!



Silêncio...



Ele: - E aí, como vai a vida?



Ela: - Nunca estive tão bem. Livre para pensar, ninguém pra me dizer o que devo fazer.



Ele: - E isso é bom?



Ela: - Pense o que quiser, mas quinze anos de jornada são de enlouquecer qualquer uma.



Ele: - Eu nunca fui autoritário!



Ela: - Também nunca foi compreensivo!



Ele: - Jamais dei a entender que era perfeito. Tenho minhas limitações como qualquer mortal..



Ela: - Limitado e omisso como qualquer mortal.



Ele: - Você nunca foi irônica.



Ela: - Isso a gente aprende também.



Ele: - Eu sempre te apoiei.



Ela: - Lógico. Se não me engano foi no segundo mês de casamento que você lavou a única louça da tua vida. Um apoio inestimável... Sinceramente, eu não sei o que faria sem você? Ou você acha que fazer vinte caipirinhas numa tarde para um bando de marmanjos que assistem ao jogo da Copa do Mundo era realmente o meu grande objetivo na vida?



Ele: - Do que você está falando?



Ela: - Ah, não lembra?



Ele: - Ana, eu detesto futebol.



Ela: - Ana!? Esqueceu meu nome também? Alexandre, você ficou louco?



Ele: - Alexandre? Meu nome é Ronaldo! ...



Silêncio...



Ele: - De onde está falando?



Ela: - 578 9922



Ele: - Não é o 579 9222 ?



Ela: - Não.



Ele: - Ah, desculpe, foi engano.











segunda-feira, janeiro 07, 2008

SERÁ QUE AINDA HÁ GENTE ASSIM?

É Loira, É Vaidosa e... É Burra
Será que ela queria mesmo o Auto-Retato?
Mãe escreve ao filho
Mê querido filho,
Escrevo devagar por que sei que não gostas de ler de pressa.
Se receberes esta carta, é porque chegou.
Se ela não chegar, avisa-me que eu mando-te outra.
Tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa.
Assim, mudámo-nos para mais longe.·
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito.
Assim, arranquei os botões e puse-os no bolso. Quando chegar aí, prega-os de novo
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa.
Que emoção: foi a primeira vez em muitos anos que tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro.
Disse para ficar com ele por duas horas sem falar.
O teu pai ofereceu-se para comprar o tubo.
Tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina, portanto não sei se vais ser tio ou tia.
O teu irmão António deu-me muito trabalho hoje. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive que ir a casa, pegar a suplente para o abrir.
Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava em baixo.
Se vires a Dona Esmeralda, diz-lhe que mando lembranças.
Se não a vires, não digas nada.
Tua Mãe

domingo, janeiro 06, 2008

HOJE É... SEGUNDA-FEIRA

A ajuda da... Mecânica
"Dois reis" de... inteligência
Um professor pede aos alunos que escrevam uma redacção sobre o tema:
"Se fosse director de uma empresa ".
Todos começam a escrever excepto um.
- Menino Joãozinho, porque não começa a escrever?
- Estou à espera da minha secretária.

Onde é que já vimos este "filme"

– Mas pode-se fumar em recintos fechados?
– Não ...!
– Pode ...!
– Mas os casinos e as salas de jogos não são recintos fechados?
– São ..!
– Mas pode-se fumar?
– Pode ...!
– Mas é proibido?
– É ...!
– E o que é que acontece?
– Nada ..!

E agora vou descansar, que amanha é dia de trabalho e o week-end acabou!
SAO ALVES In: My e-mail