sábado, janeiro 13, 2007

LER JORNAIS É... SABER MAIS



Sexualidade
O trabalho aumenta
e o sexo desaparece

In: Correio da Manhã de 2007-01-07 - 00:00:00
Texto: Diana Ramos
Ilustração: Ricardo Cabral
Vivem alimentados pelo ego, o prazer maior do seu dia-a-dia.
Vencem no trabalho, sobem a pulso a escadaria do sucesso e sentem no bolso a recompensa da dedicação.
O relógio não pára, afinal, o tempo é precioso, por isso dedicam entre 10 a 14 horas diárias à empresa que lhes rouba a vida. A perigosa sedução do trabalho intensivo fê-los ganhar um nome: ‘workaholics’, ou melhor, viciados em trabalho.
A factura, essa, é pesada: arruínam a vida sexual e, em grande parte dos casos, o casamento ou uma relação de anos.
É no anonimato que os casais ou amigos próximos recordam o pesadelo de uma relação destruída pela pressão das obrigações profissionais. Sandra e Tiago (nomes fictícios) não escaparam ao crivo.
Os ordenados eram chorudos, quanto mais não seja para a realidade portuguesa.
Todos os meses caíam na conta de cada um não menos que 2500 euros.
Ela é engenheira química, mas toda a vida deu aulas. Ele é engenheiro de sistemas electrónicos, professor num instituto superior e técnico especializado numa empresa dedicada às novas tecnologias.A faculdade juntou-os e, após nove anos de namoro, veio o casamento.
Entre projectos, congressos e seminários, muitos deles no estrangeiro, Tiago passava mais tempo fora do que com Sandra. E nem os dois filhos salvaram o naufrágio do casamento.
PROFISSÕES DE RISCO PARA O DESEMPENHO SEXUAL
Sylvia Ann Hewlett e Carolyn Buck Luce as responsáveis por um estudo recente, publicado na última edição da ‘Harvard Business Review’, que lançou o alerta sobre as ‘profissões de risco’ e os seus efeitos no mau desempenho sexual dos casais.
Segundo Sylvia Ann Hewlett, os grandes executivos, gestores qualificados ou técnicos em altos cargos empresariais “estão a destruir a sua vida privada” e a pagar o preço da ambição pessoal e excessiva dedicação ao trabalho “pondo em causa a sua saúde e bem-estar”.
Os números não enganam: das centenas de pessoas entrevistadas, 66 por cento “adoram aquilo que fazem”. Mas mais de 50 por cento dos viciados em trabalho – no topo da lista entre os profissionais mais bem pagos do mundo – não esconde que tem uma vida sexual altamente frustrante.
A culpa, claro está, é do trabalho, admitem.
Vivendo do prazer do ego, 46 por cento dos ‘workaholics’ em topo de carreira dizem que “os seus empregos não permitem manter uma relação forte/estável com o marido/mulher ou companheiro(a)”.
Mais grave ainda: são 45 por cento os que confessam “não ter sequer forças para conversar com o parceiro” quando chegam a casa.'
NÃO SENTEM PRAZER NA RELAÇÃO ÍNTIMA'
A psicóloga clínica Catarina Mexia, com larga experiência na terapia conjugal, acredita que “estas pessoas não sentem prazer na relação íntima”. “A intensidade de uma relação profissional pode ser muito grande, mas a forma como nos damos ao outro na relação afectiva tem de ser sempre diferente”, explica.Ao olhar para os números, a psicóloga clínica admite que a “gratificação vem do sucesso profissional que alcançam”.
“Esta fuga tem aspectos positivos em termos de rentabilidade profissional, mas não tem grande aplicabilidade quando se trata de lidar com o companheiro, que espera que a pessoa se dedique a si de corpo e alma”, diz a terapeuta.Para Catarina Mexia, “o comportamento não é normal”, de acordo com aquilo que são os padrões tradicionais, mas “hoje em dia as pessoas aprendem a tirar prazer de outro tipo de coisas”.
E acrescenta: “Também não é normal que as pessoas cheguem a casa e se agarrem à internet em vez de privilegiar o contacto e a conversa com a companheira(o), que podia acabar numa relação sexual.”
A psicóloga coloca a questão e adiciona a importância da evolução tecnológica à problemática: de que fogem, afinal?
Não sei até que ponto é que estas pessoas não são os filhos da era dos computadores, aqueles que aprenderam a não valorizar as relações interpessoais .”
Apesar deste tipo de situações surgirem “com bastante frequência” no seu consultório, Catarina Mexia recorda com maior facilidade os conflitos de “um casal que trabalhava na área das comunicações”. Conheceram-se na empresa, partilhavam os mesmos gostos e ritmos.
“Quando o trabalho dele começou a exigir constantes viagens ao estrangeiro e o dela a exigir muita pressão mas ficando por cá, as coisas deixaram de ter tanta piada”, conta a psicóloga.
“Ela passou a entrar em casa e a encontrá-la vazia, as coisas deixaram de fazer sentido.” Hoje em dia, “são bons amigos”, a exemplo do passado em que ainda trabalhavam a ritmo moderado, “mas já não são casados”.
Quanto à ausência de conversa e intimidade entre o casal, provocada pelas longas ausências de um dos elementos, “se ambos estão afinados pelo mesmo diapasão, se são os dois workaholics e a relação a dois é só uma forma de evitar a solidão, as coisas funcionam”, diz Catarina Mexia.
O pior é quando um dos lados da relação valoriza a presença do companheiro. “A ausência de conversa é uma forma das coisas irem por água abaixo.”
ESTAR FORA DE CASA AUMENTA DESEJO
Os viciados em trabalho podem ser autênticas bombas na cama: a culpa fá-los compensar as parceiras.
A conclusão faz parte de um estudo feito a cem casais pela American Psychological Association, mas atenção: “Aplica-se apenas a trabalhadores intensivos, mas não aos viciados que não se interessam pela família.”
Elas são donas de casa ou têm um emprego das 9 às 5.
Eles são homens de negócios que passam mais de dez horas diárias no trabalho.
Vêem-se poucas vezes, mas quando se encontram soltam faíscas: “Pode ser consequência da culpa”, dizem os investigadores.
“Passam muito tempo fora de casa e quando estão com a mulher fazem um esforço para a satisfazer sexualmente.”
NÚMEROS QUE ARRUÍNAM RELAÇÕES:
- 50% dos viciados tem uma vida sexual frustrante e culpa o trabalho .
- 46% admitem que o emprego não lhes permite ter uma relação forte e estável com o seu companheiro.
- 45% diz não ter forças para sequer conversar ou tocar o parceiro quando chega a casa, após o trabalho.
- 77% confessam que têm dificuldade em manter a casa em ordem.
- 'Empregos radicais: A Perigosa Sedução da Semana de 70 horas’, é um estudo do Center for Work-Life Policy, de Sylvia Ann Hewlett e Carolyn Buck Luce
SEREI VICIADO?
São muitas as pessoas que passam por dificuldades, mas poucas aquelas que conseguem ler os sinais de alerta. Descubra qual o perfil dos viciados em trabalho.
EXIGÊNCIA PROFISSIONAL
Os viciados em trabalho ocupam habitualmente cargos de elevada responsabilidade, nas áreas da Economia, Direito, Saúde, Media e Tecnologias.
São muito qualificados e bem pagos, mas enfrentam uma feroz competitividade interna. Descuram o crescimento dos filhos.
SEM HORÁRIOS
O relógio começa a contar ao início da manhã, mas apenas marca hora de entrada.
Na maioria dos casos, o trabalho rouba 60 horas semanais.
Para os mais novos, com sede de mostrar trabalho, a carga horária pode chegar às 100 horas.
Fins-de-semana, não existem.
FÉRIAS, NEM VÊ-LAS
Para os ‘trabalhadores incansáveis’ as férias são uma raridade.
Mais de metade dos viciados não tira mais de 10 dias por ano.
E mesmo os poucos dias de descanso são quase sempre interrompidos por questões de trabalho, que se sobrepõem à atenção dispensada à família.
VIAGENS SUCESSIVAS
Se não estão enfiados num escritório estão dentro de um avião a caminho de mais uma palestra, conferência ou reunião.
Em sete dias, quatro ou cinco são passados a viajar.
Quando tal não é possível, a alta tecnologia de comunicação põe-nos em contacto com qualquer parte do Mundo.
SEXO E PODER
(A opinião da Jornalista Dulce Garcia)O secretário de Estado norte-americano Henri Kissinger costumava dizê-lo a torto e a direito: “O poder é o verdadeiro afrodisíaco”.
Esqueceu-se, porventura, de lhe acrescentar uma frase: mas só quando é exercido pelos homens.Sexólogos, sociólogos e outros ‘ólogos’ que têm queimado tempo e pestanas a decifrar o comportamento humano, estão fartos de explicar por que é que as mulheres correm atrás de homens poderosos.
Já era assim na idade da pedra, quando eles vestiam peles em vez de fato e gravata, e arrastavam para casa troféus cobertos de sangue.
Tem a ver com a preservação da espécie (tem sempre).
Elas querem o melhor companheiro porque desejam reproduzir-se.
Eles também não fogem a esse mandamento biológico mas aproveitam para se divertir um bocado.
Se o status é um perfume irresistível para os narizes femininos, o trabalho é a chamada flauta mágica – homem ocupado quer dizer mais cartão de crédito, mais compras e menos tempo a aturar-lhe as manias. Também pode querer dizer menos sexo, é verdade, mas a sua prática decorrerá sempre nos melhores décors: bons hotéis, luxuosas estâncias de esqui, ilhas paradisíacas e por aí adiante.
O problema é quando são elas a mandar. Sim, é um problema, porque eles não querem mulheres poderosas. Deus os livre. Ricas sim, mas dentro de casa, prontas para dar colo e ordens à empregada.
E se o casal se constituiu em pé de igualdade, ela nunca pode ganhar mais do que ele.
É uma heresia, uma pedra no sapato, um Viagra ao contrário.
Daí que trabalho a mais seja sinónimo de muita companhia para eles, e de muita solidão para elas; um chamariz de amantes para os cavalheiros; um cinto de castidade para as damas.A fazer fé nos relatórios sobre o peso das mulheres no mercado de trabalho – dados das 50 maiores empresas a operar em Portugal, cotadas em Bolsa, revelam que o número de mulheres em cargos superiores é ainda um terço do número de homens – temos um país em franca actividade sexual.
É verdade que elas já estão em maioria nas escolas e nas universidades, mas enquanto não chegarem às empresas e ao Parlamento, eles podem dormir descansados.
E acompanhados.

sexta-feira, janeiro 12, 2007

PEDOLOGIA À... FRANCESA

Pedimos desculpa, por a tradução
não estar, de momento, disponível

QUEM QUER PAGAR-ME UM ALMOÇO?

E que tal almoçar ou jantar
sentado numa sanita?
Isabel Peixoto, Artur Machado
Qual será a sensação de estar à mesa, em frente a um apetitoso prato, sentado numa sanita?
Que dizer de limpar a boca a folhas de papel higiénico, colocado em suporte apropriado?
A ideia pode parecer descabelada, mas a verdade é que tudo isto é possível no restaurante W'duck, que está a causar furor em Matosinhos.
Quem passa à porta até tem dificuldade em identificar o que vai para além das montras decoradas com duas banheiras, mas após uns momentos de atenção tudo se revela ali, onde sanitas se alinham num chão de pastilha, serve-se comida com raízes na dieta mediterrânica.
Numa cidade de pescadores que tem largas centenas de restaurantes, não admira que W'duck dê nas vistas. Pela comida, bastante colorida e em boa parte confeccionada à base de produtos biológicos.
Mas, sobretudo, pelo arrojo na decoração, que não parece causar desconforto a quem lá vai.
Aliás, dizem os responsáveis, as maiores manifestações de surpresa até são as dos transeuntes especados no passeio.
O conceito que está subjacente ao projecto é "tratar do corpo por dentro e por fora", como refere Ivo Teixeira, artista plástico que é também um dos quatro sócios do restaurante.
Por dentro, através da comida; por fora, porque no piso superior do edifício se encontra uma série de lojas com artigos variados, todos eles destinados a criar bem-estar.
Assim, após uma refeição rematada, por exemplo, com doce de abóbora da avó com requeijão, o cliente pode comprar produtos biológicos, artigos de ourivesaria, velas aromáticas, óleos de massagens, produtos de WC ou peças confeccionadas por artesãos portugueses.
Tudo no piso superior, onde também está em funcionamento um salão de chá privativo que pode ainda ser usado para refeições em ambiente mais íntimo.
Em breve, também o pequeno e acolhedor pátio estará aberto ao público.
Segundo Ivo Teixeira, a comida "tem algumas referências da cozinha portuguesa, mas o produto final não é isso".
Por outro lado, o W'duck tem "uma vertente muito forte nas pastas e nas saladas, com um menu muito variado", acrescenta.
Outra das características que contribuem para distinguir este espaço dos tradicionais é que sofre como que uma espécie de metamorfose, como explica aquele responsável "Sem se querer, à noite vai-se transformando em bar. Acaba por ser um espaço que tem muitas funções".
In: Jornal de Notícias

quinta-feira, janeiro 11, 2007

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Novo modelo de refrigeração
para veículos de duas rodas



A HERANÇA DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ORIENTE

MALACCA, KORLAI, GOA, DAMAO,
DIU, CEYLON, MACAO, TIMOR ...
Escrito por Marco Ramerini
Tradução feita por Márcia Siqueira de Carvalho


A língua portuguesa foi, nos séculos XVI, XVII e XVII , a língua dos negócios nas costas do Oceanos Índico, em função da expansão colonial e comercial portuguesa.
O português foi usado, naquela época, não somente nas cidades asiáticas conquistadas pelos portugueses, mas também por muitos governantes locais nos seus contatos com outros estrangeiros poderosos (holandeses, ingleses, dinamarqueses, etc).
No Ceilão, por exemplo, o português foi usado para todos os contatos entre os europeus e a população nativa; vários reis do Ceilão falavam fluentemente esta língua e nomes portugueses eram comuns na nobreza.
Quando os holandeses ocuparam a costa do Ceilão, principalmente sob as ordens de Van Goens, eles tomaram medidas para parar o uso da língua portuguesa.
Porém, ele estava tão entranhado entre os habitantes do Ceilão que até mesmo as famílias dos burgueses holandeses começaram a usar a língua portuguesa.
Em 1704, o governador Cornelius Jan Simonsz falava que : "se você fala português no Ceilão, você é entendido em todo lugar".
Também na cidade de Batávia, capital da Holanda Oriental (atual Jakarta), o português foi a língua falada nos séculos XVII e XVIII.
As missões religiosas contribuíram para esta grande expansão da língua portuguesa. Isto porque desde que as comunidades se convertiam ao catolicismo, elas adotavam o português como língua materna.
Também as missões protestantes (holandeses, dinamarqueses, ingleses ...) que trabalharam na Índia foram forçados a usar o português como a língua de evangelização.
A língua portuguesa também influenciou várias línguas orientais.
Muitas palavras portuguesas foram incorporadas por vários idiomas orientais, como as da Índia, do suaili, malaio, indonésio, bengali, japonês, os várias do Ceilão, o tetum de Timor, africâner da África do Sul, etc. Além disso, onde a presença portuguesa era preponderante ou mais duradoura, cresceram as comunidades de "casados" e "mestiços" que adotaram uma variedade de língua mãe: uma espécie de Creoule português.
O que restou hoje é muito pouco.
Entretanto é interessante notar que, neste sentido, existem pequenas comunidades de pessoas espalhadas por toda a Ásia que continuam a usar o "creoule" português, embora não tenham mais contatos com Portugal, em alguns casos, durante séculos.
Outro aspecto interessante é que durante o período mais importante da presença portuguesa na Ásia, não havia mais do que 12.000 a 14.000 portugueses, incluindo os religiosos.

Azul: Comunidades que falam Portugues atualmente na Asia.
Vermelho: Comunidades que falavam o Portugues na Asia.


AS COMUNIDADES QUE FALAM PORTUGUÊS ATUALMENTE:
Malacca: (Portuguese Settlement, Praya Lane, Bandara Hilir).
Cerca de 1000 pessoas falam esta espécie de "creole" (Papia Kristang).
Cerca de 80 % dos antigos habitantes da colonia portuguesa em Malacca falam Kristang, que também é falado atualmente em Singapora e Kuala Lumpur.
Kristang é muito parecido com o malaio local na sua estrutura gramatical, mas 95% do seu vocabulário deriva do português.
Não muito tempo tempo atrás o português também era falado em Pulau Tikus (Penang) mas agora é considerado extinto.
A comunidade eurasiana tem 12.000 membros na Peninsula Malaia .
Activo é MPEA (Malacca Portuguese Eurasian Association) e SPEMA (Secretariat of the Portuguese/Eurasian Malaysian Associations) com 7 associações dos seus membros em Alor Star, Penang, Perak, Malacca (MPEA), Kuala Lumpur, Seremban e Johor Baru.
Ha também em Singapura uma associaçao Eurasiatica.Malaca se separou do domínio português em 1641.
Korlai: (perto de Chaul, India). Cerca de 900 pessoas falam o creole português e esta comunidade tem a sua igreja chamada: "Igreja de Nossa Senhora do Monte Carmelo" Chaul se separou do domínio português em 1740.
Damão: (Damão Grande ou Praça, Campo dos Remédios, Jumprim, Damão da Cima). Cerca de 2000 pessoas falam esta espécie de Creole Português. Damão se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Ceilão: [Burgueses Portugueses em Batticaloa (Koolavaddy, Mamangam, Uppodai, Dutch Bar, Akkaraipattu); Trincomalee (Palayuttu); comunidades Kaffir de Mannar e Puttalam ]. Atualmente é apenas usado entre as 250 famílias em suas casas em Batticaloa até 1984.
Muitos emigraram para a Austrália. Ainda há 100 famílias em Batticaloa e Trincomalee e cerca de 80 famílias Afro-Sinhalese (Kaffir) em Puttalam.
Quase extinta. Em Batticaloa existe o Clube de Recreio"Shamrock" or "Batticaloa Catholic Burgher Union".
Ha uma pequena comunidade de descendentes portugues na aldeia de WahaKotte (circa 7°42'N. - 80°36'E) (Centro do Sri Lanka, seis quilometros de Galewala estrada entre Galewala e Matale), eles são Catolicos Romanos, mas são acerca de dois geracão que Creole Português não é falado.Ceilão se separou do domínio português em 1658.
Macau:Cerca de 2.000 pessoas fala o português como sua primeira língua, e perto de 11.500 como sua segunda língua. Apenas poucas mulheres idosas falam o Macauense um Creole Macau-Português.
O "Instituto Cultural de Macau" e a "Fundação do Oriente" estão funcionando.
Existe também um canal de TV e vários jornais voltados inteiramente para o português. Macau em 20 de Dezembro de 1999 voltou a fazer parte da China.
Hong Kong:Centenas de pessoas falam o MACAUENSE.
Quase todas são emigrantes de Macau. Nunca foi colonia portuguesa.
Goa:O idioma português está desaparecendo rapidamente de Goa.
Atualmente ele é falado por um pequeno setor das famílias mais abastadas e apenas 3 a 5 % da populaçãio continua falando-o (estima-se de 30.000 a 50.000 pessoas). Atualmente 35% da população de Goa são imigraantes de outros estados indianos.
Nas escolas da Índia ele é ensinado como a terceira língua (não obrigatória). Existe um departamento de Português na Universidade de Goa, mas a "Fundação do Oriente" e a Sociedade de Amizade Indo-Portuguesa ainda estão em funcionamento.
O último jornal em língua protuguesa foi publicado na década de 80.
Em Panaji muitos cartazes em português ainda são visíveis em lojas, edifícios públicos, etc. Goa se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Diu:Aqui o idioma creole protuguês está quase extinto.
Diu se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Timor Leste:Os que falavam o português em 1950 não ultrapassavam a 10.000 pessoas e em 1974 apenas 10% a 20% da população.
Em 1975: O Timor Leste tinha 700 000 habitantes dos quais : 35 a 70 000 sabiam ler e escrever em português e 100 a 140 000 podiam falar e entender esta língua.
Até1981, o português foi a língua da Igreja de Timor, quando foi substituído pelo Tetum. Entretanto ele é comumente usado como idioma de negócios na cidade de Dili.
O português permaneceu como a língua da resistência anti-Indonésia e de comunicação externa da Igreja Católica.
O português criole de Timor (Português de Bidau) hoje está praticamente extinto.
Ele é falado próximo a Dili, Lifau e Bidau. Indonesia invadiu o Timor Leste em 1975. Entretanto, nenhuma nação reconheceu esta anexação militar
. A lingua oficial de Timor-Leste está o português.
Flores island: (Larantuka, Sikka) Aqui o português sobrevive nas tradições religiosas e na comunidadeTopasses (os descendentes dos homens portugueses com as mulheres nativas) utilizam-no nas suas preces.
Aos sábados, as mulheres de Larantuka rezam o rosário numa forma corrompida de português. Na área de Sikka, no Leste de Flores, muitas pessoas são descendentes de portugueses e ainda (???) usam esta língua.
Existe uma Confraria chamada de "Reinja Rosari".
Portugal retirou-se em 1859.
ATÉ POUCOS ANOS ATRÁS, COMUNIDADES
QUE FALAVAM O PORTUGUÊS EXISTIAM EM:
Ceilão: (O Creole Português era falado pela comunidade burguesa holandesa ) Até o início do século XX, o creole português era falado pelos membros desta comunidade.
Até depois da Segunda Guerra Mundial, os católicos do Sri Lanka, em Colombo se reuniam nas missas faladas em português (como a igreja de Santo Antônio, em Dematagoda).
Após a segunda metade deste século, parte destes católicos tão antigos começaram a freqüentar missas em grupos cada vez menores nas igrejas católicas na cidade (Dematagoda, Hulftsdorp, Kotahena, Kotte, Nugegoda e Wellawatte). Embora era uma língua falada, o português estáva perdendo rapidamente a sua importância original nos serviços religiosos nas igrejas católicas (sendo substituído pelo inglês mais moderno e mais procurado).
Jakarta-Batavia-Tugu:(um subúrbio de Jakarta).
Aqui, até o início do século XX uma espécie de português corrompido ainda era falado pela população cristã em Tugu.
O último habitante que falava creole morreu em 1978.
Nunca esteve sob domínio de Portugal.
Cochim: (Vypeen). Desapareceu nos últimos 20 anos.
A comunidade portuguesa/hindu (2.000 pessoas) frequenta a velha igeja de Nossa Senhora da Esperança.
Portugal retirou-se de Cochim em 1663.


Vypeen (Cochin), igreja de Nossa Senhora da Esperança. Drawing by Ram '99.

Bombaim or do Norte: (Baçaim, Salsette, Thana, Chevai, Mahim, Tecelaria, Dadar, Parel, Cavel, Bandora-Badra, Govai, Morol, Andheri, Versova, Malvan, Manori, Mazagão).

Em 1906, este Creole foi, depois do Ceilão, o dialeto indo-português mais importante. Em1906 ainda existia perto de 5.000 pessoas que falavam o Creole Português como,língua materna, e 2.000 estavam em Bombaim e Mahim, 1.000 estavam em Bandora, 500 em Thana, 100 em Curla, 50 em Baçaim e 1.000 em outras vilas.

Não existia, naquela época, escolas em creole-português e as classes mais ricas substituiram-no pelo inglês. (Costa, Dalgado)
Coromandel: (Meliapore, Madras, Tuticorin, Cuddalore, Karikal, Pondicherry, Tranquebar, Manapar, Negapatam…..).

Na costa de Coromandel, os descendentes dos portugueses são geralmente conhecidos como "Topasses", eram católicos e falavam o creole português.

Com a chegada do domínio inglês na Índia, eles começaram a falar a língua inglesa em lugar do português e também alglicizaram seus nomes.

Atualmente fazem parte da comunidade aurasiana. Em Negapatam, em 1883, ainda existiam 20 famílias que falavam o indo-português. (Schuchardt, Dalgado)

DESAPARECEU JÁ HÁ MUITOS ANOS:

Solor & Adonara: Solor, Adonara (Vure)
Ilha de Java -Batávia: (comunidade holandesa de Batávia, Mardijkers).

Os Mardijkers são os descendentes dos antigos escravos de Malacca, Bengal, Coromandel, Malabar, que foram convertidos ao Protestantismo quando libertados.

Eles falavam uma espécie de creole-português e eram o ramo principal da comunidade portuguesa da Batávia.

Depois da conquista holandesa de Malacca e do Ceilão eles cresceram consideravelmente.

Em 1673, foi construída uma igreja protestante, para a comunidade portuguesa na Batávia e depois, no século XVII, uma segunda igreja foi construída.

Em 1713, esta comunidade tinha cerca de 4.000 membros. <> Até 1750, o português foi a primeira língua na Batávia, porém, depois o malaio passou a dominar.

Em 1808, o reverendo Engelbrecht celebrou a última missa em português. Em 1816, a comunidade portuguesa foi incorporada pela comunidade malaia.

Também entre as famílias holandesas da Batávia, a língua portuguesa foi intensamente usada até 1750, apesar dos esforços do Governo Holandês contra o seu uso.
Mangalore:
Cannanore:
Bengala: (Balasore, Pipli, Chandernagore, Chittagong, Midnapore, Hugli……) A língua portuguesa foi, nos séculos XVII e XVIII, a "lingua franca" em Bengala.

Depois de 1811, o português era usado em todas as igrejas cristãs (católicas e protestantes) de Calcutá.

No início do século XX, apenas umas poucas famílias falavam uma forma corrompida de português misturadas com muitas palavras da língua inglesa. (Campos)
Moluccas: (Ternate, Ambon, Banda, Makasar) TERNATENO, um creole Português que foi falado nas ilhas de Ternate e West Halmahera, atualmente está extinto.

AMBON, aqui o português sobrevive na língua actualmente falada o Malayu-Ambom, o que contem cerca de 350 termos de origem portuguesa.
Nas costas da Índia, existiam cerca de 44 comunidades onde o português era falado.


In:
http://www.colonialvoyage.com/PortPlang.html

Nota do blog: Trata-se de um texto de qualidade e, porque nesta altura Portugal, na pessoa do Presidente da República, está de visita à India merece ser, aqui divulgado


quarta-feira, janeiro 10, 2007

É UM ARTISTA NO... CIRCO DA VIDA

Assim, também, se ganha
(ou se perde) a vida

HÁ MESMO GOSTOS... PARA TUDO

Restaurante de pénis
de animais é um sucesso


2006/11/26 10:42Rui Boavida para Lusa

Fica em Pequim.
Segundo a medicina tradicional chinesa, ingerir esta «parte do corpo» faz bem à saúde

Os chineses dizem que «comem tudo o que tenha pernas menos as mesas», mas o primeiro restaurante de Pequim especializado em pénis de animais, que a Agência Lusa visitou, leva o ditado a um nível desconhecido até pelos gastrónomos chineses.
O nome do restaurante, «Guo Li Zhuang» diz tudo. Traduzido, o nome quer dizer «Força Na Panela» e é isso mesmo que a casa promete. Força e saúde pela ingestão de pénis de animais que, segundo séculos de sabedoria da medicina tradicional chinesa, fazem bem a todo o corpo.
«O pénis tem nutrientes que tornam os rins mais fortes. E os rins fortes tornam o pénis forte porque, de acordo com a medicina tradicional chinesa, a maioria dos problemas do pénis humano, incluindo a impotência, têm origem nos rins», explica Li Jia Hua, gerente do restaurante que, tal como as empregadas e o recepcionista, se intitula nutricionista.
Numa casa restaurada nas margens do lago Leste de Pequim, toda a decoração do restaurante se esforça por passar um ar de tradição e saúde. A decoração é género «retiro campestre», com um pequeno lago com carpas ao lado das mesas antigas - «da dinastia Ming», diz Li.
A lista de pratos é extensa e atrai o gastrónomo de Pequim. O prato mais caro, ao preço de 3288 renminbi (323 euros) é o pénis de foca canadiana, que é preciso encomendar e importar com semanas de antecedência. Mas a cozinha prepara também iguarias mais «corriqueiras», como pénis de cão russo (38 reminbi ou 3,7 euros), de burro, de iaque, de carneiro, de cobra (tiras finas e compridas, iguais a rebentos de bambu), de boi e de cavalo.
«Para quem quer ter uma ideia de todas as especialidades, eu recomendaria o cozido», diz Li. Custa 1988 reminbi (195 euros) e trata-se de um sortido de seis tipos de pénis que vêm para a mesa crus e cortados, ou às fatias, ou salteados ou às tiras longitudinais, e que o cliente mergulha até cozer numa panela quente com caldo de galinha.
«O mais importante, para os nossos clientes, não é o sabor, isso vem em segundo. O mais importante são as propriedades nutricionais», reconhece o gerente, em resposta à pergunta se a carne é saborosa.
Segundo Li, o prato preferido que a clientela mais pede é o pénis de boi, que custa 268 reminbi (26,3 euros), que tem pelo menos um metro de comprimento depois de cozinhado e faz bem aos rins dos senhores e à pele das senhoras.
O primeiro «Guo Li Zhuang» foi fundado nos Estados Unidos, na cidade de Atlanta, na década de 1970 por um médico de medicina tradicional chinesa. Depois de duas décadas de reforma económica na China, os descendentes do fundador decidiram abrir um restaurante em Pequim em 2001, que desde então se tem revelado um sucesso.
Segundo o gerente do «Guo Li Zhuang», noventa por cento dos clientes são homens, e a maioria frequenta o restaurante para almoços ou jantares de trabalho, pagos com verbas de despesas de representação.

terça-feira, janeiro 09, 2007

QUER COMPRAR?


Sealand, o país mais pequeno do mundo, está à venda
O «príncipe» Michael de Sealand decidiu pôr à venda a sua ilha artificial localizada frente às costas inglesas, considerado o mais pequeno país do mundo, informa hoje o The Times.
Sealand emite os seus próprios passaportes e selos do correio, tem moeda própria e inclusivamente uma selecção nacional de futebol, entre outras características de um Estado independente.
O principiado de Sealand não é dos melhores locais para se viver, apesar das excelentes vistas para o mar, já que consiste numa plataforma sobre dois pilares, parte de um forte da Segunda Guerra Mundial.
O acesso à ilha, que se encontra a 11 km da costa de Harwich, Essex, sudeste de Inglaterra, apenas é possível por helicóptero ou barco.
Em Setembro de 1967, um ex-militar do Exército britânico chamado Roy Bates estabeleceu-se naquela «ilha» com a sua família, e proclamou-a sua propriedade, atribuindo a si mesmo o título de príncipe.
Um ano depois, a Marinha de guerra britânica tentou expulsá-lo do local, mas sem êxito.
Um juiz deliberou que Sealand está além do limite de três milhas das águas territoriais do Reino Unido, escapando ao controlo do governo londrino.
Sete anos mais tarde, o «príncipe» Roy introduziu no seu país uma constituição, criou uma bandeira e um hino nacional e decidiu cunhar dólares de ouro e prata.
Por fim, começou a conceder passaportes àqueles que demonstraram ter apoiado os interesses de Sealand.
Actualmente, é o filho do príncipe Roy, Michael, que está à frente dos destinos desta ilha.
Com 54 anos, substituiu o seu pai em 1999 devido a problemas de saúde, mas não mostra grande apego ao seu reino e agora tenciona vendê-lo.
«Temos sido os proprietários durante 40 anos e meu pai tem já 85. Faz falta uma cura de rejuvenescimento», afirmou o «príncipe» Michael ao jornal.
Sobre o preço que pede, Michael assinala: «Falou-se em valores astronómicos, porém veremos o que nos oferecem».
In. Diário Digital de: 08-01-2007 às 10:39:23

SE BEBEU... TEM DE MIJAR

"A guerra é o penico que esconde
os miolos dos homens"


É PRECISO ACREDITAR...

A Fé que Salva
In: My e-mail
O padre decidiu observar as pessoas que entravam, na sua igreja, para orar.A porta abriu-se e um homem, de camisa esfarrapada, entrou pelo corredor central.
O homem ajoelhou-se, inclinou sua cabeça, levantou-se e foiembora.

Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena.De cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.
A curiosidade do padre crescia, e também um receio de que fosseum assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar-lhe o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica em um outro bairro da Cidade.
O almoço havia sido à meia hora atrás e, ele reservava o tempo restante para orar.
E ficava apenas alguns momentos, porque a fábrica ficava muito longe dali.
E, disse a oração que fazia:

"Eu vim novamente aqui, Senhor, só para Te dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados.
Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.

Assim, Jesus, hoje estou aqui."
O padre, sentindo-se um tolo, disse a Jim que, era bem-vindo e, poderia vir à igreja e orar sempre que desejasse.
É hora de ir - disse Jim sorrindo.
Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.
O padre ajoelhou-se diante do altar, como nunca havia feito antes.
Seu frio coração derreteu-se e, ali teve um encontro com Jesus.

Enquanto as lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do Jim:

Eu vim novamente aqui, Senhor, para lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados.
Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.

Assim, Jesus, hoje aqui estou eu.

Um dia, quando passou o meio-dia, o padre notou que Jim não vinha.

Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começoua ficar preocupado.
Foi à fábrica e perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.
Durante a semana em que Jim esteve com eles, mudou a rotina da enfermaria.
Sua alegria era contagiante.
A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas ou cartões de amigos ou parentes, nem mesmo a visita de alguém.

Ao encontrá-lo, o padre se colocou ao lado de sua cama, quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:

Nenhum amigo veio para mostrar que se importa com ele.
Ele não deve ter ninguém com quem contar.

Parecendo surpreso, o velho Jim virou-se para o padre e disse com um largo sorriso:

A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas durante todos os dias emque estive aqui, ao meio-dia Ele está aqui, um querido Amigo meu, que Se senta bem junto a mim, segura a minha mão, se inclina na minha direção e me diz:

" Eu vim só pra lhe dizer, Jim, quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos e eu o livrei de seus pecados. Eu amo ouvi-lo quando você ora e penso em você todos os dias.
Assim, estou hoje aqui."
Que você possa sentir Deus segurando-lhe com a palma de Suas mãos e que os anjos do Senhor lhe protejam!

Jesus disse:
"Se vós tens vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai."
Se você não está envergonhado, passe essa mensagem adiante...
Jesus é sempre O melhor amigo.

Autor desconhecido

segunda-feira, janeiro 08, 2007

APRENDA COMO IDENTIFICAR...

Um (gordo) "pé de meia"
-MESMO NUM... POUCA ROUPA-

QUE ESTRANHA COMPARAÇÃO...


PORQUE A CERVEJA É
MELHOR DO QUE O HOMEM?
In: My e-mail
A cerveja não joga futebol...
A garrafa de cerveja permanece sempre dura...
A cerveja só espirra se você chacoalhar...
A garrafa de cerveja tem tamanho ideal...
A cerveja não arranja desculpas no sábado à noite...
A cerveja não confunde os nomes...
A cerveja não vira de lado e não ronca...
Várias cervejas juntas não discutem futebol...
As cervejas não falam de outras mulheres...
A espuma da cerveja tem paladar agradável...
A cerveja não te troca pelo Romário...
A cerveja não larga meia suja no banheiro e não mija fora do vaso...
A cerveja não diz que não vai doer...
A cerveja não arrota nem fala de boca cheia na mesa...
A cerveja não larga a tampa da privada levantada...
A cerveja não te deixa esperando a noite inteira...
A cerveja não reclama de almoço em casa de sogra...
Quando envelhece, a cerveja não fica careca, barriguda e cornuda...
A cerveja não olha para outras mulheres...
A cerveja é sempre agradável...
É você quem sempre escolhe sua cerveja...
Você nunca se engana com uma cerveja...
Você pode passar a noite com várias cervejas sem que elas fiquem comentando...
Cervejas velhas não perdem forma nem a consistência...
Você não irá engravidar de uma cerveja...
As cervejas não ficam te comparando entre elas...
A cerveja não fica dando palpites dispensáveis quando você dirige...
A cerveja não faz comentários idiotas...
A cerveja não é um ser inferior e recalcado...
A cerveja não é machista...
A cerveja não coça o saco...
Viu só quantas vantagens?

Beijão Isaura

domingo, janeiro 07, 2007

MULHER... "SOFRE QUE SOFRE"

É o eterno dilema na escolha...

COMBUSTIVEIS ESVAZIAM BOLSO DO PORTUGA



Subida de três cêntimos por litro
Impostos pesam 63,9% na gasolina
In: Correio da Manhâ de ontem
Os combustíveis aumentam três cêntimos a partir de segunda-feira, reflectindo a subida do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) decidida pelo Governo e ontem publicada em ‘Diário da República’.
O peso da carga fiscal (ISP+IVA) sobre a gasolina é já de 63,9%.
Isto significa que, numa factura de dez euros, 6,39 entram directamente nos cofres do Estado.
Por via do aumento do ISP, o gasóleo passa a custar na maior petrolífera portuguesa, a Galp, 1,028 euros, a gasolina sem chumbo 98 passa para 1,318 euros e a gasolina sem chumbo 95 para os 1,253 euros.
Os transportes públicos não vão reflectir este aumento no preço dos títulos, garantiu ao Correio da Manhã fonte do Ministério dos Transportes.
O preço dos combustíveis poderá ainda voltar a subir mais 2,1% caso o Governo decida actualizar o valor da inflação.
“É uma hipótese em aberto, não estando ainda decidido se será aplicada a actualização da inflação nem quando”, afirmou ao CM fonte do Ministério das Finanças, recordando que, por exemplo, o “ano passado não foi aplicada”.
Quanto ao aumento do ISP, já estava previsto no Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC).
Este aumento (2,5 cêntimos) vai ser aplicado também em 2008.
Também ontem o preço do petróleo caiu para os 54,90 dólares o barril (em Nova Iorque), o preço mais baixo desde 14 de Junho de 2005.
PETROLÍFERAS LONGE DA BAIXA DE CUSTOO
preço do barril de petróleo atingiu o máximo de 78,65 dólares no mercado de futuros de Londres, a 10 de Agosto de 2006. Desde então, desceu 41,5 por cento, para 55,59 dólares.Após o recorde da cotação da matéria-prima em Londres, nos postos de abastecimento da Galp, o litro da gasolina sem chumbo 95 custava 1,388 euros; o litro do gasóleo 1,089 euros.
Ontem, a petrolífera portuguesa vendia o litro da gasolina sem chumbo 95 a 1,223 euros e o litro do gasóleo a 0,998 euros.
Ou seja: nos postos da Galp, o custo da gasolina sem chumbo 95 baixou 13,5 por cento; o do gasóleo, 9,12 por cento.
Percentagens idênticas de redução de preço fez a BP para os mencionados combustíveis.
Do que se conclui que as referidas petrolíferas não acompanharam a baixa de custo do preço da fonte energética, existindo um diferencial de 27 por cento.
Conforme declarou ao nosso jornal Jorge Morgado, secretário-geral da Deco, “as descidas de preços das petrolíferas, em Portugal, tardam e não acompanham as dos mercados londrino e nova- -iorquino.”
Isto porque “não existe concorrência benéfica ao consumidor.”
CONSEQUÊNCIASRECEITAS
A subida de 2,5 cêntimos por litro vai significar um aumento de receita em ISP de 140 milhões de euros em 2007 e de 275 milhões em 2008.
Em 2006, o Governo arrecadou 2801,1 milhões de euros.
AVIAÇÃO
A Sata começa a aplicar, a partir de segunda-feira, uma sobretaxa de combustível de cinco euros por percurso nas ligações entre os Açores, Madeira e o Continente.
Ida e volta soma dez euros.
ESPANHA
O fosso em Portugal e Espanha nos combustíveis volta a agravar-se com este aumento dos preços. Em Espanha, o peso dos impostos fica-se pelos 50 por cento, mais de dez por cento de diferença.
Raquel Oliveira

sábado, janeiro 06, 2007

OLHA O CACHORRO....

Abandonado em... local proíbido
(coitadinho, deve estar com fome e... frio)


"FAZER O BEM SEM... OLHAR A QUEM"

Seja você mesmo... sempre!

Não espere um sorriso para ser gentil...
Não espere ser amado para amar...
Não espere ficar sozinho
para reconhecer o amor de quem está ao seu lado.
Não espere ficar de luto, para reconhecer
quem hoje é importante para você!
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar.
Não espere a queda para lembrar-se do conselho.
Não espere a enfermidade parasaber quão é frágil a vida.
Não espere ter dinheiro aos montes, para então contribuir.
Não espere por pessoas perfeitas para então se apaixonar.
Não espere a mágoa para pedir perdão.
Não espere a separação para buscar a reconciliação.
Não espere elogios para acreditar em si mesmo.
Não espere a dor para acreditar na Oração.
Não espere o dia da sua morte sem antes...
Acreditar na Vida.
Seja sempre você, autêntico e único!

sexta-feira, janeiro 05, 2007

A INFORMÁTICA AO ALCANCE DE TODOS...

Ter um "computador" já não é um luxo



NADA CUSTA E... NADA DOI

Alegria em fazer os outros felizes
Todos nós sabemos como é difícil superar as fases mais difíceis pelas quais passamos.
Esta narrativa pode nos ajudar a repensar esses momentos...
Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto em um hospital.
Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões.
Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto.
O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo.
Eles conversavam muito.
Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias.
E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela.
O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro.
Ele dizia que da janela dava para ver um parque com um lago bem legal.
Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos.
Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuíam todas as cores do arco-íris.
Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no céu da cidade.
Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava a cena pitoresca.
Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu que havia um desfile na rua e embora ele não pudesse escutar a musica, ele podia ver e descrever tudo.
Dias e semanas passaram-se assim. Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto.
O homem que ficava perto da janela morreu pacificamente durante o seu sono a noite.
Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.
Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu a enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela.
A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável o deixou sozinho no quarto. Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela.
Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu faze-lo deparou-se com um muro todo branco.
Ele então perguntou a enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava para ver um muro branco?
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse.
Talvez ele só estivesse pensando em distrai-lo e alegra-lo um pouco mais com suas histórias.
Moral da historia:
Há uma tremenda alegria em fazer outras pessoas felizes, independentes de nossa situação atual. Dividir problemas e pesares é ter metade de uma aflição, mas felicidade quando compartilhada é ter o dobro de felicidade.
Se você quer se sentir rico, apenas conte todas as coisas que você tem e que o dinheiro não pode comprar.
Hoje é um presente e é por isso que é chamado assim.
O autor dessa história é desconhecido, mas ela traz boa sorte para todos que a lêem.
Não mantenha essa mensagem com você.


quinta-feira, janeiro 04, 2007

COMO FAZER O VIZINHO MORRER DE... INVEJA

Como "comprar" carro novo...


É ISSO AÍ...

Controvérsias do ser humano...
Uma vez perguntaram a Buda:
"O que é que mais o surpreende na humanidade?"
Buda respondeu:
"Os homens que perdem a saúde, para juntar dinheiro e, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que, acabam por nem viver no presente nem no futuro.
Vivem como se nunca fossem morrer ,e morrem como se nunca tivessem vivido."

quarta-feira, janeiro 03, 2007

AS NOVIDADES (FEMININAS) PARA ESTE ANO...

Agora com novas
opções mais funcionais

TRÊS "POSES" DE CULTURA GERAL A... GRANEL


Dez coisas para
(serem feitas) este ano...

1) Fazer novos amigos.
2) Reencontrar os antigos.
3) Assistir aqueles filmes que você sempre quis.
4) Nadar sem roupa.
5) Experimentar um novo prato.
6) Trocar os móveis de lugar.
7) Acabar os livros que começou.
8) Andar de balão.
9) Café da manhã na cama.
10) Fazer algo para tornar o mundo melhor.
Ás vezes um simples detalhe tem o poder de mudar para sempre a vida, além de torná-la mais intensa.
Ache esse detalhe, e sinta essa diferença acontecer

Os diferentes festejos do "Ano Novo"

ao redor do mundo !

A passagem do ano no Brasil tem características de todos os povos que colonizaram o país.
No Brasil, a passagem do ano tem nome francês, comida italiana e festa no melhor estilo brasileiro, com muitos fogos de artifício, confraternização entre os familiares e amigos e oferendas às entidades do candomblé, da umbanda e para os anjos da guarda.

No Japão, a data é mais festejada do que o Natal, mas na China e em Israel é apenas um dia normal, já que esses dois países não seguem o calendário gregoriano.
Na China, a passagem é comemorada em Setembro, e em Israel, no começo de Outubro, mas as datas variam de ano para ano.Na Índia, a data é muito comemorada com festas nos hotéis e queima de fogos nas ruas.
Na Grécia, também há queima de fogos e peru assado, mas há dois pratos diferentes que são preparados especialmente para essa data. Um é o melomakarona, um doce parecido com a nossa rosquinha feito com semolina, farinha, mel e canela. O outro é feito com os mesmos ingredientes do panetone só que é em formato de bolo e contém também uma moeda de ouro. Na passagem do ano, o bolo é cortado entre todos os participantes da festa e quem ganhar a moeda terá muita sorte durante todo o ano. E é da Grécia que vem a tradição de comer romãs. Lá, eles a jogam no chão para quebrá-la e dividir entre todos. Já a nossa tradição de comer lentilhas vem da Itália. Assim como os bailes e comemorar dançando a noite inteira nas discos. Mas no Oriente, mais especificamente no Japão, tudo é bem diferente. Como não são católicos, comemoram muito mais a passagem do ano do que o Natal. No dia 31 de dezembro as famílias vão aos templos de sua religião, xintoístas ou budistas, por isso as ruas ficam lotadas e há também queima de fogos. Antes de irem aos templos, as famílias jantam macarrão. Para eles, esse alimento trará fortuna para toda a família.
No dia seguinte, é costume no Japão saborear algum tipo de cozido bem saboroso feito especialmente para a data, geralmente à base de pargo (um tipo de peixe), ovas de peixe, camarão ou um tipo de feijão.
Antigamente, a festa durava três dias e o comércio não abria, mas hoje a tradição já está mudando.
Hogmanay
Apesar de ser localizada na mesma ilha que a Inglaterra, na Escócia a história é bem outra, com muitas festas e animação.
As actividades para comemorar o Hogmanay, o Réveillon escocês, começam às 8 horas do dia 31 de Dezembro e só terminam às 6 horas do primeiro dia do Ano-novo.
É uma data muito mais comemorada do que o Natal. Na capital, Edimburgo, há desfiles de gaiteiros com suas saias típicas e acompanhados por dançarinos típicos na rua principal, a Princes Street.
À meia-noite, os canhões do Castelo de Edimburgo são disparados, há uma grande queima de fogos e um gaiteiro, especialmente iluminado e “microfonado”, começa a solar lá de cima do castelo. A festa é regada a muito uísque e pratos à base de intestinos e testículos de carneiro, e o grande desfile acaba em festas espalhadas por todos os pubs da cidade.
Espanhóis comemoram dez dias
O peru também é o prato principal servido na Espanha. Além dele, também é feito um delicioso prato com besugo (um tipo de peixe) assado com batatas.
São feitos também doces de marzipan com formas de figuras, pães doces amanteigados e torrões à base de amêndoa e mel.
Mas, como o povo espanhol é muito festeiro, as comemorações já começam no dia 28 de Dezembro, dia dos Santos Inocentes, que equivale ano nosso dia da mentira, e vai até o dia 5 de Janeiro, quando eles comemoram a chegada dos reis Magos, que é até mais celebrado que o Natal.

Nesse dia fazem as cavalgadas de reis nas cidades e é preparada a rosca de reis. Dentro dessa rosca colocam várias figuras e brinquedinhos para as crianças. E a passagem do ano em Madrid é uma super festa.

Lá, todos vão a Puerta del Sol, onde há um relógio, e cada um leva seu próprio pacote com 12 uvas. A cada badalada do sino do relógio, comem uma uva e fazem um pedido. Quem não vai até lá, acompanha a transmissão da televisão. Depois há uma grande confraternização e as pessoas brindam com cava, a champanhe espanhola, e bebem muito vinho e anis, sem gelo. Nem mesmo o frio impede que os ingleses saiam de casa para comemorar a passagem do ano. Em Londres, os jovens vão até a Trafalgar Square aguardar o Big Ben dar a última badalada do ano e festejar vendo os fogos de artifícios e tomando cervejas quentes. E as famílias fazem verdadeiros piqueniques no Speaker's Corner do Hyde Park, um parque muito bonito perto do Palácio de Buckingham. Apesar de pertencer também ao Reino Unido, a Irlanda tem uma festa mais comportada, comemorada dentro dos pubs. E no País de Gales, por causa do frio intenso, só os mais jovens costumam celebrar a data fazendo festa na praça central, tomando muito bayle, um cremoso licor irlandês e muita cerveja quente.
Charme
E na França, que deu o nome Réveillon para a data, a passagem do ano é uma grande festa entre amigos, na qual se saboreia bons pratos, mas sem um menu fixo. Alguns aproveitam para comer o tradicional fígado de pato e ostras cruas. Mas o ápice da festa, sem dúvida, é a meia-noite, quando todos se beijam e tomam muito champanhe. Na França, em alguns lugares, fala-se Réveillon e, em outros, dia de São Silvestre.
Em busca de: poder, amor, sorte, dinheiro, felicidade, surgiram outras formas especiais de celebração do Ano-novo.
Na Índia, são atirados à fogueira objectos que representam impurezas e doenças.
Na China, usa-se a cor preta para dar sorte.
No Japão, é comum fazer uma cerimónia de limpeza na casa e pendurar uma corda de arroz na entrada, para afastar os maus espíritos.


Os Anos Novos de... antigamente

A celebração do Ano Novo é o mais velho de todos os feriados.
Observou-se primeiramente na Babilónia Antiga aproximadamente a 4.000 anos.
Próximo a 2000 AC, o ano na Babilónia começava com na primeira lua nova (realmente o primeiro crescente visível) após o equinócio (primeiro dia da primavera).
O começo da primavera é uma estação lógica para começar um ano novo. Apesar de tudo, é a estação das flores, de plantar colheitas novas, e de florescer.
O 1° de Janeiro, por outro lado, não tem nenhum significado astronómico nem na agricultura. É puramente arbitrário.
A celebração do ano novo na Babilónia durava cerca de onze dias.
Cada dia tinha seu motivo próprio e particular para celebrar, mas é seguro dizer que as festas modernas de ano novo são parecidas.
Os Romanos, também, celebravam o ano novo atrasados, em Março, mas… o seu calendário foi alterado muitas vezes de modo que, o calendário se tornou fora da sincronização com o sol.
A fim de ajustar o calendário, em 153, os romanos declararam 1° de Janeiro para ser o começo do ano novo. Mas as alterações continuarão até Julius Caesar, estabelecer o que chamamos calendário Juliano.
Estabeleceu-se, novamente, o 1° Janeiro como o Ano Novo.

Mas… a fim de sincronizar o calendário com o sol, Caesar teve que deixar o ano com 445 dias.

terça-feira, janeiro 02, 2007

O MEU NOVO ESPELHO... RETROVISOR

É panorâmico quanto baste...

SERÁ QUE É MESMO... VERDADE?

A última infância das Meninas...
1. Usava caneta de 10 cores com cheiro?
2. Você tinha Melissinha sabor Coca-Cola? E as botas de chuva de borracha vermelha e rosa pink?
3. Colecionava as figurinhas de bichinhos que vinham no chocolate supresa?
Ou tinha o álbum de figurinhas da Moranguinho, cheio de purpurina... ou das melhores novelas que você ja viu até hoje ("Que Rei sou Eu" e "Rock Santeiro")?
4. Brincava de Fofolete? Bem-me-quer (aquela boneca que não fechava os braços)?
5. Colecionava papel de carta da Hello Kitty, Bonnie e Clyde e Turma da Xuxa?
6. Usou saia balonê? E calça semi-bag?
7. E sandália de plástico com meia soquete prateada?
8. Usou aquelas pulseirinhas de linha ou lã? Ou melhor, você vendia elas?
9. Assistiu ao show do A-Ha e achava o Morten liiindo?
10. Brincava de bambolê - antes de se chamar bambotchan?
11. Morria de pena da Pollyanna, que pregava o "jogo do contente"?
12. Perdeu algum capitulo de Chispita?
13. Pulava corda com aquela musiquinha: "Um homem bateu na minha porta e eu abri, senhoras e senhores, ponham a mão no chão......"?
14. Pulava elástico? Quantos metros tinha o seu?
15. Você conseguia passar as quatro "Cinco Marias" de uma só vez por baixo da ponte que fazia com a mão, na fase cinco do jogo?
16. Brincava de "Enha la enha lagosta lagoe"? (Que diabo era isso?)
17. Tinha a Barbie Face?
18. Cantava a música do comercial da Bolinha de Sabão? ("Sentada na calçada de canudo e canequinha, tublé, tublim...fazendo uma bolinha...tublé tublim..")
19. Fazia a brincadeira do copo e depois ficava morrendo de medo?20. Usava aquelas chuquinhas de pano da pakalolo?
Se você respondeu afirmativamente a maioria dos itens acima ou teve um ataque de risos durante este teste, você é uma privilegiada, pois a felicidade é o resultado de vários fatores na nossa vida e um deles pode ser medido pela forma como encaramos nossas lembranças.Fala sério...e no futuro, do que as crianças vão lembrar?
Da bunda da Carla Perez, da Feiticeira e da Tiazinha?
Bate-papos virtuais, internet e games online? do Pokemon?
Um tapinha não dói e dança da motinho??
A nossa (quem tem entre 20 e 30 anos) foi a última infância feliz....

segunda-feira, janeiro 01, 2007

EI-LO QUE CHEGA...

Que traga Homens de Boa Vontade e...
PÃO, PAZ e... AMOR



domingo, dezembro 31, 2006

SÃO OS NOSSOS DESEJOS PARA "TODO MUNDO"

O NOVO ANO TEM DE TER UM HOMEM NOVO...

Receita do Ano Novo


Autoria de Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo, cor do arco-íris, ou
da cor da sua paz, ano novo sem comparação com todo o
tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido).
Para você ganhar um ano não apenas pintado de novo,
remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do "vir a ser",
Novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior)
Novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas
com ele se come, se passeia, se ama, se compreende,

se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
Não precisa expedir nem receber mensagens (planta
recebe mensagens? passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar que por decreto de esperança
A partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade
com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados,

começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
Você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil,
Mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

sábado, dezembro 30, 2006

A EVOLUÇÃO DO PODER ENTRE OS HUMANOS

PROBLEMAS DE CADA UM OU... DE TODOS?

A RATOEIRA




"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!!"
A galinha, disse:

"- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
O rato foi até o porco e lhe disse:

"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !!!""
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
O rato dirigiu-se então à vaca.

Ela lhe disse:"
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral.

O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
"Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos."

Autor desconhecido
Criação : Marisa

sexta-feira, dezembro 29, 2006

SERÁ QUE JÁ ESGOTOU A LOTAÇÃO???


Está garantida a animação
nesta Passagem de Ano



FELICIDADE... É A MOLA DA VIDA

A arte de saber apreciar o dia a dia

Acordar e descobrir que está atrasado...
Mas ter certeza de que tem um emprego!
Ver a caixa do correio cheia de contas...
Mas receber uma carta de um amigo!
Ter um monte de recados na caixa postal do telemóvel...
Mas no meio deles, um que diz: "telefoma-ne, estou com saudades de ti!"
Ver que no almoço tem salada de agrião...
Mas o prato principal está apetitoso e, é o seu preferido!
Estar num engarrafamento...
Mas dentro do seu próprio carro, totalmente pago!
Brigar com o seu cachorro porque ele comeu o seu sapato...
Mas ser recebid0 por ele, com muita alegria, quando você chega em casa... todos os dias!
É chegar a casa exausto...
Mas, ainda assim, sentir-se feliz por saber que é amado pela sua família, por seus amigos e por Deus!
Enfim, ser feliz é ter um monte de problemas...
Mas ser capaz de sorrir com as pequenas coisas do dia-a-dia!!!
Muitas vezes reclamamos pelo que não temos...
Porém sempre nos esquecemos de agradecer por todas as coisas boas e pequenas que temos.

quinta-feira, dezembro 28, 2006

GRANDE PROMOÇÃO DE... FIM DE ANO

Esta Univerçidade está avilitada
a lizenssíar outros Qúrços Soperiures
(Garatimus istajhiu pagú nu finali dus qúrços)

E-MAIL É BOM MAS, CUIDAD0...

Não é "pau para toda a colher"
A comunicação por e-mails é prática e muito rápida mas nem sempre
a solução adequada para determinados casos.
Antes de enviar um, pense se não é o caso de discutir o assunto em uma reunião ou
videoconferência (se for muito longo), em um almoço de negócios (se
for mais intrincado) ou até mes
mo em um telefonema (se for delicado).
E-mails, por definição, devem ser mensagens curtas e simples.

Mensagens curtas não quer dizer telegráficas: uma saudação e assinatura ainda são
necessárias no início e fim dos e-mails.
Assim como ninguém chega a um local e já sai falando sem cumprimentar, não
há motivo para se fazer o mesmo no correio eletrônico.

Se sua resposta for longa, convém "quebrá-la" em várias partes para
ser melhor compreendida.

Abreviaturas: algumas são óbvias e de uso corrente.
Porém, evite usá-las em exagero, principalmente com quem você não tem
intimidade.
Emoticons são engraçadinhos mas também devem ser
evitados no campo profissional ou em mensagens mais formais.
Muita gente ainda não está familiarizada com eles (estão sempre
surgindo novos) e se atrapalha bastante na hora de decifrá-los.
Poupe seu interlocutor.

Attachments (arquivos anexados ou "atachados"): use e abuse.
Eles são ótimos para enviar listas, planilhas, gráficos, imagens e tudo
o que puder ser "retirado" do texto sem que ele perca o sentido.
Poupa tempo na outra ponta, e evita que se abra um longuíssimo
e-mail em um momento pouco propício.
Em tempo: imagens e/ou mensagens eróticas e/ou engraçadinhas
não devem ser enviadas para ambientes profissionais a não ser que
se avise claramente o seu conteúdo.
Justamente para que seu colega ou amigo não as abra inadvertidamente e fique em uma saia justa.

Ao repassar uma mensagem, tenha o cuidado de digitar algumas
palavras ao novo destinatário.
Apertar simplesmente o botão do "forward" demonstra, além de preguiça, uma clara falta de
consideração.

Deveria ser óbvio, mas não é: não repasse piadinhas indiscriminadamente.
Nem correntes religiosas, nem avisos de vírus.
Este tipo de coisa abarrota a rede de lixo além de ser pra lá de inconveniente.

E por falar em lixo: limpe o seu sitematicamente.
Principalmente nos casos de Intranet, faz a maior diferença: agiliza a comunicação (e
aumenta a produtividade de fato) além de ser um claro sinal de civilidade cibernética.

Cópias: ao mandar um e-mail com cópia a regra é mais ou menos igual à da comunicação escrita: informações gerais devem seguir
para o superior na hierarquia da empresa com cópias para os demais.
Se for uma mensagem específica para determinado departamento segue para o chefe da seção em questão com cópia para o presidente da empresa.

Vários destinatários: selecione os mais importantes na hierarquia da empresa e coloque-os por ordem alfabética no campo "destinatário"os demais, seguem no campo "com cópia" também por ordem
alfabética.
- Cco (com cópia oculta) ou bcc (blind copies): ao mandar uma mensagem com bcc, coloque o seu endereço no destinatário e o grupo em bcc.
Desta forma, seus amigos ou clientes não saberão se a mensagem foi enviada para duas, vinte ou duzentas pessoas.
É infinitamente mais delicado.
É muito desagradável (além de uma indiscrição) ler uma imensa barra de rolagem de endereços
eletrônicos antes de qualquer texto.

E-mails devem ser respondidos.
Pelo menos 99%.
Faça-o nem que demore alguns dias.
É claro que você saberá estabelecer as prioridades e respondê-los na ordem.
Também não adianta entrar em crise e querer acompanhar a agilidade da máquina pois é impossível.
Mas é bom se organizar para dar conta da correpondência eletrônica sem atropelos.
Deixar de responder a um e-mail corresponde a ignorar um telefonema.

Assim como é importante responder a um e-mail, não se deve cobrar uma resposta.
Pelo menos até 48 horas.
Nada de mensagens de reforço perguntando se "recebeu" a anterior.
É uma pressão desnecessária e desagradável.
Lembre-se que as pessoas podem estar longe do computador na tarde em que você enviou sua
mensagem, podem ter ficado um dia fora do escritório, e podem simplesmente não ter aberto o cumputador nas últimas 24 horas.
Acontece mais do que se imagina.
Portanto, ao enviar uma mensagem, dê um tempo real de resposta.
Lembre-se que quem as digita é a pessoa e não a máquina.

Convites por e-mail: se o evento for uma reunião informal na sua casa ou um evento comercial como o lançamento de um livro não há problema em mandar um e-mail.
Mas com a antecedência necessária para que chegue, o destinatário abra e possa se organizar para
comparecer.
Mandar na véspera, denota falta de organização por parte de quem manda e de consideração para com o convidado.
Convites por e-mail são adequados quando se trata de eventos comerciais, como lançamento de livro, ou informais, como uma reunião em casa.
Mas convites para casamentos e outros encontros formais não devem ser mandados por e-mail.

Claudia Matarazzo é jornalista, autora de livros sobre comportamento, como
"Net.com.classe" (ed. Melhoramentos).

quarta-feira, dezembro 27, 2006

ENTÃO O QUE É (POR LÁ) AUTORIZADO?

É SEMPRE BOM CONHECER...

A Fita métrica do Amor
Como se mede uma pessoa?
Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.
Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu,
quando trata você com carinho e respeito,
quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena pra você quando só pensa em si mesma,
quando se comporta de uma maneira pouco gentil,
quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida,
quando busca alternativas para o seu crescimento,
quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa,
quando compreende, quando se coloca no lugar do outro,
quando age não de acordo com o que esperam dela,
mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento,
pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas:
será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade:
as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.

Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros,
mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão,
e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos
que tornam uma pessoa grande.

É a sua sensibilidade sem tamanho...
Autor: Desconhecido

terça-feira, dezembro 26, 2006

NA ERA TECNOLÓGICA...

AINDA TEM DÚVIDAS? ENTÃO LEIA...

"Quem pensa em fracassar,
já fracassou mesmo antes de tentar".

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite.
Essa açao sempre acontecerá, independente de trazer ou não resultados positivos para você.

Um cientista de Phoenix - Arizona - queria provar essa teoria.
Precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências.
Conseguiu um em uma penitenciaria.
Era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St Louis no estado de Missouri, onde existe pena de morte.
Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a ultima gota final.
Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse.
Se isso acontecesse, ele seria libertado, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica e ainda teria uma chance de sobreviver.

O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospitais e amarraram o seu corpo para que nao se movesse.
Fizeram um pequeno corte em seu pulso.
Abaixo do pulso, foi colocada uma pequena vasilha de alumínio.
Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha.
O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado.
Sem que ele soubesse, debaixo da cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula.
Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que está caindo na vasilha de alumínio.
Na verdade, era o soro do frasco que gotejava.
De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o paciente pensava que era seu sangue que estava diminuindo.
Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando fraco.
Quando os cientistas fecharam por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue.
O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé-da-letra, tudo que lhe é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo e que a morte pode ser orgânica ou psíquica.
Essa história é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.
Somos o que pensamos e, ou, o que acreditamos ser.