
É no anonimato que os casais ou amigos próximos recordam o pesadelo de uma relação destruída pela pressão das obrigações profissionais. Sandra e Tiago (nomes fictícios) não escaparam ao crivo.
É... Realmente, não há nada tão evidente, como a evidência dos que são... evidentemente evidentes. Tal e qual, já que cada um é como cada qual e... cada qual, é como evidentemente. Certo, preciso e com siso(?). Nada mais do que isso... Cá estaremos e, desse estar, daremos conta a quem aparecer. Mais logo a gente se (re)vê por aqui "". Será?... ATENÇÃO À NAVEGAÇÃO: A grande maioria dos textos e das fotos são provenientes do meu e-mail. Por isso, o meu thanks aos que... me "alimentam".

Azul: Comunidades que falam Portugues atualmente na Asia.
Vypeen (Cochin), igreja de Nossa Senhora da Esperança. Drawing by Ram '99.
Bombaim or do Norte: (Baçaim, Salsette, Thana, Chevai, Mahim, Tecelaria, Dadar, Parel, Cavel, Bandora-Badra, Govai, Morol, Andheri, Versova, Malvan, Manori, Mazagão).
Em 1906, este Creole foi, depois do Ceilão, o dialeto indo-português mais importante. Em1906 ainda existia perto de 5.000 pessoas que falavam o Creole Português como,língua materna, e 2.000 estavam em Bombaim e Mahim, 1.000 estavam em Bandora, 500 em Thana, 100 em Curla, 50 em Baçaim e 1.000 em outras vilas.
Não existia, naquela época, escolas em creole-português e as classes mais ricas substituiram-no pelo inglês. (Costa, Dalgado)
Coromandel: (Meliapore, Madras, Tuticorin, Cuddalore, Karikal, Pondicherry, Tranquebar, Manapar, Negapatam…..).
Na costa de Coromandel, os descendentes dos portugueses são geralmente conhecidos como "Topasses", eram católicos e falavam o creole português.
Com a chegada do domínio inglês na Índia, eles começaram a falar a língua inglesa em lugar do português e também alglicizaram seus nomes.
Atualmente fazem parte da comunidade aurasiana. Em Negapatam, em 1883, ainda existiam 20 famílias que falavam o indo-português. (Schuchardt, Dalgado)
DESAPARECEU JÁ HÁ MUITOS ANOS:
Solor & Adonara: Solor, Adonara (Vure)
Ilha de Java -Batávia: (comunidade holandesa de Batávia, Mardijkers).
Os Mardijkers são os descendentes dos antigos escravos de Malacca, Bengal, Coromandel, Malabar, que foram convertidos ao Protestantismo quando libertados.
Eles falavam uma espécie de creole-português e eram o ramo principal da comunidade portuguesa da Batávia.
Depois da conquista holandesa de Malacca e do Ceilão eles cresceram consideravelmente.
Em 1673, foi construída uma igreja protestante, para a comunidade portuguesa na Batávia e depois, no século XVII, uma segunda igreja foi construída.
Em 1713, esta comunidade tinha cerca de 4.000 membros. <> Até 1750, o português foi a primeira língua na Batávia, porém, depois o malaio passou a dominar.
Em 1808, o reverendo Engelbrecht celebrou a última missa em português. Em 1816, a comunidade portuguesa foi incorporada pela comunidade malaia.
Também entre as famílias holandesas da Batávia, a língua portuguesa foi intensamente usada até 1750, apesar dos esforços do Governo Holandês contra o seu uso.
Mangalore:
Cannanore:
Bengala: (Balasore, Pipli, Chandernagore, Chittagong, Midnapore, Hugli……) A língua portuguesa foi, nos séculos XVII e XVIII, a "lingua franca" em Bengala.
Depois de 1811, o português era usado em todas as igrejas cristãs (católicas e protestantes) de Calcutá.
No início do século XX, apenas umas poucas famílias falavam uma forma corrompida de português misturadas com muitas palavras da língua inglesa. (Campos)
Moluccas: (Ternate, Ambon, Banda, Makasar) TERNATENO, um creole Português que foi falado nas ilhas de Ternate e West Halmahera, atualmente está extinto.
AMBON, aqui o português sobrevive na língua actualmente falada o Malayu-Ambom, o que contem cerca de 350 termos de origem portuguesa.
Nas costas da Índia, existiam cerca de 44 comunidades onde o português era falado.
In: http://www.colonialvoyage.com/PortPlang.html
Nota do blog: Trata-se de um texto de qualidade e, porque nesta altura Portugal, na pessoa do Presidente da República, está de visita à India merece ser, aqui divulgado
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena.De cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.
A curiosidade do padre crescia, e também um receio de que fosseum assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar-lhe o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica em um outro bairro da Cidade.
O almoço havia sido à meia hora atrás e, ele reservava o tempo restante para orar.
E ficava apenas alguns momentos, porque a fábrica ficava muito longe dali.
E, disse a oração que fazia:
"Eu vim novamente aqui, Senhor, só para Te dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados.
Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui."
O padre, sentindo-se um tolo, disse a Jim que, era bem-vindo e, poderia vir à igreja e orar sempre que desejasse.
É hora de ir - disse Jim sorrindo.
Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.
O padre ajoelhou-se diante do altar, como nunca havia feito antes.
Seu frio coração derreteu-se e, ali teve um encontro com Jesus.
Enquanto as lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do Jim:
Eu vim novamente aqui, Senhor, para lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados.
Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje aqui estou eu.
Um dia, quando passou o meio-dia, o padre notou que Jim não vinha.
Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começoua ficar preocupado.
Foi à fábrica e perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.
Durante a semana em que Jim esteve com eles, mudou a rotina da enfermaria.
Sua alegria era contagiante.
A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas ou cartões de amigos ou parentes, nem mesmo a visita de alguém.
Ao encontrá-lo, o padre se colocou ao lado de sua cama, quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:
Nenhum amigo veio para mostrar que se importa com ele.
Ele não deve ter ninguém com quem contar.
Parecendo surpreso, o velho Jim virou-se para o padre e disse com um largo sorriso:
A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas durante todos os dias emque estive aqui, ao meio-dia Ele está aqui, um querido Amigo meu, que Se senta bem junto a mim, segura a minha mão, se inclina na minha direção e me diz:
" Eu vim só pra lhe dizer, Jim, quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos e eu o livrei de seus pecados. Eu amo ouvi-lo quando você ora e penso em você todos os dias.
Assim, estou hoje aqui."
Que você possa sentir Deus segurando-lhe com a palma de Suas mãos e que os anjos do Senhor lhe protejam!
Jesus disse:
"Se vós tens vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai."
Se você não está envergonhado, passe essa mensagem adiante...
Jesus é sempre O melhor amigo.
Autor desconhecido


1) Fazer novos amigos.
2) Reencontrar os antigos.
3) Assistir aqueles filmes que você sempre quis.
4) Nadar sem roupa.
5) Experimentar um novo prato.
6) Trocar os móveis de lugar.
7) Acabar os livros que começou.
8) Andar de balão.
9) Café da manhã na cama.
10) Fazer algo para tornar o mundo melhor.
Ás vezes um simples detalhe tem o poder de mudar para sempre a vida, além de torná-la mais intensa.
Ache esse detalhe, e sinta essa diferença acontecer
Os diferentes festejos do "Ano Novo"
ao redor do mundo !
A passagem do ano no Brasil tem características de todos os povos que colonizaram o país.
No Brasil, a passagem do ano tem nome francês, comida italiana e festa no melhor estilo brasileiro, com muitos fogos de artifício, confraternização entre os familiares e amigos e oferendas às entidades do candomblé, da umbanda e para os anjos da guarda.
No Japão, a data é mais festejada do que o Natal, mas na China e em Israel é apenas um dia normal, já que esses dois países não seguem o calendário gregoriano.
Na China, a passagem é comemorada em Setembro, e em Israel, no começo de Outubro, mas as datas variam de ano para ano.Na Índia, a data é muito comemorada com festas nos hotéis e queima de fogos nas ruas.
Na Grécia, também há queima de fogos e peru assado, mas há dois pratos diferentes que são preparados especialmente para essa data. Um é o melomakarona, um doce parecido com a nossa rosquinha feito com semolina, farinha, mel e canela. O outro é feito com os mesmos ingredientes do panetone só que é em formato de bolo e contém também uma moeda de ouro. Na passagem do ano, o bolo é cortado entre todos os participantes da festa e quem ganhar a moeda terá muita sorte durante todo o ano. E é da Grécia que vem a tradição de comer romãs. Lá, eles a jogam no chão para quebrá-la e dividir entre todos. Já a nossa tradição de comer lentilhas vem da Itália. Assim como os bailes e comemorar dançando a noite inteira nas discos. Mas no Oriente, mais especificamente no Japão, tudo é bem diferente. Como não são católicos, comemoram muito mais a passagem do ano do que o Natal. No dia 31 de dezembro as famílias vão aos templos de sua religião, xintoístas ou budistas, por isso as ruas ficam lotadas e há também queima de fogos. Antes de irem aos templos, as famílias jantam macarrão. Para eles, esse alimento trará fortuna para toda a família.
No dia seguinte, é costume no Japão saborear algum tipo de cozido bem saboroso feito especialmente para a data, geralmente à base de pargo (um tipo de peixe), ovas de peixe, camarão ou um tipo de feijão.
Antigamente, a festa durava três dias e o comércio não abria, mas hoje a tradição já está mudando.
Hogmanay
Apesar de ser localizada na mesma ilha que a Inglaterra, na Escócia a história é bem outra, com muitas festas e animação.
As actividades para comemorar o Hogmanay, o Réveillon escocês, começam às 8 horas do dia 31 de Dezembro e só terminam às 6 horas do primeiro dia do Ano-novo.
É uma data muito mais comemorada do que o Natal. Na capital, Edimburgo, há desfiles de gaiteiros com suas saias típicas e acompanhados por dançarinos típicos na rua principal, a Princes Street.
À meia-noite, os canhões do Castelo de Edimburgo são disparados, há uma grande queima de fogos e um gaiteiro, especialmente iluminado e “microfonado”, começa a solar lá de cima do castelo. A festa é regada a muito uísque e pratos à base de intestinos e testículos de carneiro, e o grande desfile acaba em festas espalhadas por todos os pubs da cidade.
Espanhóis comemoram dez dias
O peru também é o prato principal servido na Espanha. Além dele, também é feito um delicioso prato com besugo (um tipo de peixe) assado com batatas.
São feitos também doces de marzipan com formas de figuras, pães doces amanteigados e torrões à base de amêndoa e mel.
Mas, como o povo espanhol é muito festeiro, as comemorações já começam no dia 28 de Dezembro, dia dos Santos Inocentes, que equivale ano nosso dia da mentira, e vai até o dia 5 de Janeiro, quando eles comemoram a chegada dos reis Magos, que é até mais celebrado que o Natal.
Nesse dia fazem as cavalgadas de reis nas cidades e é preparada a rosca de reis. Dentro dessa rosca colocam várias figuras e brinquedinhos para as crianças. E a passagem do ano em Madrid é uma super festa.
Lá, todos vão a Puerta del Sol, onde há um relógio, e cada um leva seu próprio pacote com 12 uvas. A cada badalada do sino do relógio, comem uma uva e fazem um pedido. Quem não vai até lá, acompanha a transmissão da televisão. Depois há uma grande confraternização e as pessoas brindam com cava, a champanhe espanhola, e bebem muito vinho e anis, sem gelo. Nem mesmo o frio impede que os ingleses saiam de casa para comemorar a passagem do ano. Em Londres, os jovens vão até a Trafalgar Square aguardar o Big Ben dar a última badalada do ano e festejar vendo os fogos de artifícios e tomando cervejas quentes. E as famílias fazem verdadeiros piqueniques no Speaker's Corner do Hyde Park, um parque muito bonito perto do Palácio de Buckingham. Apesar de pertencer também ao Reino Unido, a Irlanda tem uma festa mais comportada, comemorada dentro dos pubs. E no País de Gales, por causa do frio intenso, só os mais jovens costumam celebrar a data fazendo festa na praça central, tomando muito bayle, um cremoso licor irlandês e muita cerveja quente.
Charme
E na França, que deu o nome Réveillon para a data, a passagem do ano é uma grande festa entre amigos, na qual se saboreia bons pratos, mas sem um menu fixo. Alguns aproveitam para comer o tradicional fígado de pato e ostras cruas. Mas o ápice da festa, sem dúvida, é a meia-noite, quando todos se beijam e tomam muito champanhe. Na França, em alguns lugares, fala-se Réveillon e, em outros, dia de São Silvestre. Em busca de: poder, amor, sorte, dinheiro, felicidade, surgiram outras formas especiais de celebração do Ano-novo.
Na Índia, são atirados à fogueira objectos que representam impurezas e doenças.
Na China, usa-se a cor preta para dar sorte.
No Japão, é comum fazer uma cerimónia de limpeza na casa e pendurar uma corda de arroz na entrada, para afastar os maus espíritos.
Os Anos Novos de... antigamente
A celebração do Ano Novo é o mais velho de todos os feriados.
Observou-se primeiramente na Babilónia Antiga aproximadamente a 4.000 anos.
Próximo a 2000 AC, o ano na Babilónia começava com na primeira lua nova (realmente o primeiro crescente visível) após o equinócio (primeiro dia da primavera).
O começo da primavera é uma estação lógica para começar um ano novo. Apesar de tudo, é a estação das flores, de plantar colheitas novas, e de florescer.
O 1° de Janeiro, por outro lado, não tem nenhum significado astronómico nem na agricultura. É puramente arbitrário.
A celebração do ano novo na Babilónia durava cerca de onze dias.
Cada dia tinha seu motivo próprio e particular para celebrar, mas é seguro dizer que as festas modernas de ano novo são parecidas.
Os Romanos, também, celebravam o ano novo atrasados, em Março, mas… o seu calendário foi alterado muitas vezes de modo que, o calendário se tornou fora da sincronização com o sol.
A fim de ajustar o calendário, em 153, os romanos declararam 1° de Janeiro para ser o começo do ano novo. Mas as alterações continuarão até Julius Caesar, estabelecer o que chamamos calendário Juliano.
Estabeleceu-se, novamente, o 1° Janeiro como o Ano Novo.
Mas… a fim de sincronizar o calendário com o sol, Caesar teve que deixar o ano com 445 dias.
Autoria de Carlos Drummond de Andrade
Para você ganhar belíssimo Ano Novo, cor do arco-íris, ou
da cor da sua paz, ano novo sem comparação com todo o
tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido).
Para você ganhar um ano não apenas pintado de novo,
remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do "vir a ser",
Novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior)
Novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas
com ele se come, se passeia, se ama, se compreende,
se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
Não precisa expedir nem receber mensagens (planta
recebe mensagens? passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar que por decreto de esperança
A partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade
com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
Você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil,
Mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.